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Um dos destinos turísticos mais famosos do Nordeste brasileiro, Porto de Galinhas, em Pernambuco, enfrenta um momento delicado. Nos últimos dias, o paraíso conhecido por suas piscinas naturais e águas cristalinas passou a ser associado a denúncias de cobranças abusivas, desorganização na orla e conflitos entre comerciantes e visitantes. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram discussões acaloradas e até agressões físicas na faixa de areia, cenas que contrastam fortemente com a imagem acolhedora que fez do destino um dos mais procurados do país — especialmente durante a alta temporada. Preços abusivos e falta de transparência Relatos de turistas apontam para valores considerados excessivos em barracas de praia, tanto para alimentos quanto para serviços. Em muitos casos, os preços não são informados previamente e só aparecem no momento da cobrança, gerando constrangimento, revolta e conflitos. Essa prática fere diretamente o Código de Defesa do Consumidor, que exige clareza na divulgação de preços e proíbe cobranças abusivas ou a imposição de consumação mínima sem aviso prévio. Abordagens insistentes e ocupação desordenada Além das cobranças, visitantes também reclamam de abordagens insistentes, disputa por clientes, excesso de mesas e cadeiras na areia e ausência de padronização das barracas. O resultado é um ambiente de tensão que compromete a experiência turística e gera sensação de insegurança. As imagens recentes divulgadas online indicam que o problema ultrapassou o limite do desconforto e passou a afetar diretamente a ordem pública na orla. Onde está a fiscalização? Diante do cenário, cresce o questionamento sobre a atuação do poder público. A responsabilidade envolve órgãos como a Prefeitura de Ipojuca, o Procon e a Guarda Municipal, que deveriam atuar de forma contínua na organização da praia, proteção do consumidor e garantia da segurança. No entanto, a percepção de moradores e turistas é de falta de fiscalização efetiva, especialmente em períodos de grande fluxo de visitantes, quando os problemas se intensificam. Impactos no turismo e na economia local Especialistas alertam que a ausência de controle pode afastar turistas, prejudicar a reputação do destino e gerar impactos negativos na economia local, que depende fortemente do turismo. O risco é que Porto de Galinhas passe a ser lembrada não apenas por suas belezas naturais, mas também por conflitos, desorganização e experiências negativas. Turistas e moradores cobram providências urgentes: preços visíveis, regras claras, organização da orla e mais segurança. Medidas essenciais para que Porto de Galinhas volte a ocupar o lugar que sempre teve no imaginário dos viajantes — o de um dos destinos mais encantadores do Brasil.
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Gramado, um dos destinos mais visitados do Brasil, prepara-se para dar um novo salto no turismo nacional e internacional. A cidade da Serra Gaúcha vai receber o Sirena Gramado, um complexo turístico de R$ 1 bilhão que promete unir hotelaria de alto padrão, entretenimento, gastronomia e contato intenso com a natureza. O empreendimento será construído em uma área de 205 hectares, localizada entre o centro de Gramado e o Parque do Caracol, e terá como um de seus grandes destaques a maior pista de esqui outdoor da América Latina, com cerca de 1 quilômetro de extensão. Resort Club Med e conceito integrado de lazer A operação hoteleira ficará a cargo do Club Med, referência mundial em resorts all inclusive e que já possui três unidades em funcionamento no Brasil. O Siren Além da pista de esqui com tecnologia sem neve, o complexo contará com cinco simuladores de esqui, voltados tanto para iniciantes quanto para atletas experientes. Estão previstos ainda parque de arvorismo, trilhas, jardim botânico e orquidário, reforçando a proposta de integração com o ambiente natural da região. Gastronomia, bem-estar e eventos O projeto também reserva espaço para um robusto conjunto gastronômico, que incluirá restaurantes temáticos, chocolateria artesanal, fábrica de sorvetes e uma adega dedicada a vinhos locais. Já o eixo de bem-estar contará com spa, piscina coberta e sala de ioga. Outro diferencial é a área destinada à construção de hospital, além de centro de convenções e espaços voltados para casamentos e grandes eventos, ampliando o potencial de Gramado no turismo corporativo e de celebrações. Construção em fases e previsão de abertura Resultado da parceria entre a DC Set Group e o Club Med, o Sirena Gramado será implantado em fases. Atualmente, o terreno passa por obras de terraplanagem, com início das construções previsto para o começo de 2026. A primeira fase deve ser entregue em junho de 2027, marcando a abertura oficial do resort. Segundo os realizadores, o projeto inaugura na região o conceito de “Cidade Natureza”, em que o relevo, os bosques e os cursos d’água orientam a implantação das construções, garantindo harmonia entre arquitetura e meio ambiente. Impacto econômico e fortalecimento do destino A expectativa é que o novo complexo gere empregos, amplie a arrecadação de impostos e fortaleça ainda mais o turismo local. De acordo com Dody Sirena, sócio-fundador da DC Set Group, um dos principais objetivos do empreendimento é internacionalizar Gramado, posicionando a cidade em um novo patamar no cenário turístico. O grupo já atua na Serra Gaúcha com o Space Adventure, em Canela — atração que reúne objetos aeroespaciais da NASA e que, após estrear em 2023, ganhou uma segunda unidade em Balneário Camboriú (SC). Gramado segue em alta no turismo brasileiro Tradicionalmente conhecida pelo Natal Luz, maior evento natalino do Brasil, Gramado deve receber cerca de 2,8 milhões de turistas ao longo do período da festa neste ano. A cidade também ganhou recentemente o Castelo de Gelo, anunciado como o maior bar de gelo do mundo inspirado em A Bela e a Fera. Além disso, Gramado ficou entre os cinco destinos nacionais mais desejados pelos brasileiros em 2025, segundo pesquisa do Ministério do Turismo em parceria com a Nexus, reforçando sua posição como um dos principais polos turísticos do país.
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Entraram em vigor nesta segunda-feira (15) as novas diretrizes do Ministério do Turismo que padronizam os procedimentos de check-in, check-out e duração das diárias em meios de hospedagem em todo o país. As mudanças afetam hotéis, pousadas, hostels, flats e resorts registrados oficialmente, e têm como principal objetivo trazer mais transparência e segurança para viajantes e estabelecimentos. Diária passa a ter 24 horas oficiais A principal novidade é a definição clara de que a diária de hospedagem corresponde a um período de 24 horas. Dentro desse intervalo, os meios de hospedagem podem reservar até 3 horas para limpeza, arrumação e higienização do quarto, sem custo adicional para o hóspede. Na prática, isso garante ao cliente ao menos 21 horas efetivas de uso da acomodação. A medida busca acabar com dúvidas comuns sobre o tempo real de permanência no quarto, um tema que frequentemente gerava reclamações e interpretações diferentes entre hóspedes e hotéis. Horários continuam flexíveis, mas agora devem ser informados Apesar da padronização da diária, os estabelecimentos mantêm autonomia para definir seus próprios horários de check-in e check-out. A diferença é que, a partir de agora, essas informações precisam ser comunicadas de forma clara e antecipada ao consumidor — seja no site oficial, no momento da reserva ou em plataformas de venda online. A ausência dessas informações pode ser considerada falha na prestação do serviço, reforçando a importância da transparência na relação de consumo. Early check-in e late check-out seguem permitidos A nova regulamentação também confirma que a cobrança por entrada antecipada (early check-in) ou saída tardia (late check-out) continua autorizada. No entanto, os valores e condições devem ser informados antes da contratação da hospedagem, evitando surpresas no momento do pagamento. Check-in mais ágil com registro digital Outra inovação importante é a modernização da Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH), que agora pode ser preenchida em formato digital, por meio de QR Code ou link online. A mudança promete reduzir burocracias, agilizar o atendimento na recepção e tornar o processo de check-in mais rápido e eficiente. O que muda para o viajante Segundo o Ministério do Turismo, a atualização das regras busca garantir direitos ao consumidor, oferecer mais previsibilidade na contratação da hospedagem e dar maior segurança jurídica ao setor, evitando práticas que geravam confusão sobre tarifas, horários e serviços incluídos. Vale destacar que as normas se aplicam apenas aos meios de hospedagem formalmente registrados com CNAE específico. Imóveis residenciais alugados por plataformas digitais, como casas e apartamentos de temporada, não entram nessa regulamentação e seguem regras próprias de locação. Para quem viaja, a expectativa é de uma experiência mais clara, justa e tranquila — desde o momento da reserva até a hora do check-out.
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Viver em uma grande metrópole sempre teve seus desafios, mas um novo estudo internacional reforça uma sensação cada vez mais comum entre os paulistanos: São Paulo está se tornando uma cidade exaustiva. De acordo com um levantamento da Remitly, empresa norte-americana de serviços financeiros, São Paulo ocupa a 8ª posição no ranking das cidades mais estressantes do mundo. No topo da lista aparecem Nova York (EUA), Dublin (Irlanda) e Cidade do México, respectivamente. Como o ranking foi elaborado O estudo analisou 170 grandes centros urbanos ao redor do mundo, com dados coletados em outubro de 2025. Para definir o nível de estresse de cada cidade, a Remitly combinou cinco indicadores principais: Tempo médio para percorrer 10 km (mobilidade urbana)Índice de custo de vidaÍndice de saúdeÍndice de criminalidadePoluição média anual A partir desses fatores, foi atribuída uma pontuação geral de estresse — e São Paulo aparece entre as dez piores do planeta. Trânsito, custo de vida e desgaste diário Não é surpresa para quem vive na cidade. Trânsito caótico, longos deslocamentos, poluição constante, insegurança e um custo de vida cada vez mais alto fazem parte da rotina de milhões de pessoas. O que chama atenção é que essa pressão contínua tem provocado um movimento crescente: a saída de moradores das grandes capitais, em busca de mais qualidade de vida, segurança e equilíbrio. Por que tanta gente está deixando São Paulo? Esse fenômeno vai além de números e rankings. Ele está diretamente ligado a mudanças culturais e sociais recentes, como: A popularização do trabalho remotoA possibilidade real de escolher onde viver, e não apenas onde trabalharA comparação cada vez mais frequente entre grandes capitais e cidades menores — no Brasil e no exterior Inclusive, esse é um tema que abordamos de forma mais profunda em um vídeo no canal, onde compartilhamos nossa experiência pessoal, dados oficiais e reflexões após viajar pela Europa e viver outras realidades de mobilidade, segurança e bem-estar.
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A Romênia acaba de anunciar um dos projetos turísticos mais ambiciosos da Europa: o Dracula Land, um complexo de aproximadamente € 1 bilhão que promete unir entretenimento, tecnologia e imersão cultural em um só lugar. O empreendimento deve transformar a região próxima a Bucareste — a apenas 20 minutos do centro — em um dos destinos mais inovadores do continente. Um complexo gigantesco de 160 hectares O Dracula Land ocupará uma área impressionante e reunirá experiências físicas e digitais em escala inédita. O grande destaque será o parque temático inspirado no universo gótico de Drácula, dividido em seis zonas distintas e com mais de 40 atrações, incluindo ambientes sombrios, aventuras radicais, experiências culturais e atrações para toda a família. Mas o parque é apenas o começo. O projeto também inclui: Parque aquático com piscina de ondas e spa termal Três hotéis temáticos que somam 1.200 quartos Shopping de luxo Circuito de corridas e motor park Arena multifuncional para 22.500 pessoas, preparada para shows, esportes e eventos internacionais Experiência híbrida: mundo real + metaverso Um dos diferenciais mais ousados do Dracula Land é a integração com o mundo digital. O complexo terá um metaverso próprio, desenvolvido em Unreal Engine 5, totalmente sincronizado com o parque físico. Nele, usuários poderão explorar ambientes virtuais, participar de atividades exclusivas e até realizar transações usando a DraculaCoin, criptomoeda oficial do projeto. A proposta é criar uma experiência imersiva contínua, que conecta visitantes dentro e fora do mundo real. Impacto turístico e econômico Idealizado pelo empresário romeno Dragoș Dobrescu, o Dracula Land é visto como um marco para o turismo do país. As projeções impressionam: 3 milhões de visitantes por ano Mais de 5 mil empregos diretos e indiretos € 5 bilhões em receitas ao longo de 10 anos Investimento 100% privado, com apoio de parceiros internacionais Ainda não há uma data oficial de inauguração, mas o entusiasmo global já começou. E você… encararia uma visita ao parque do Drácula?
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Uma praia urbana, piscina com ondas perfeitas e vista privilegiada para a Ponte Estaiada — esse é o cenário do recém-inaugurado São Paulo Surf Club, que começou a operar na quinta-feira (4) e já virou assunto entre amantes do esporte e curiosos em busca de novas experiências na capital paulista. Ondas perfeitas no coração da cidade O grande destaque do clube é sua piscina de 220 metros de extensão, equipada com tecnologia de ponta que produz ondas de até 22 segundos de duração. O suficiente para permitir manobras completas como tubos, aéreos, batidas e rasgadas — tudo isso em um ambiente totalmente controlado. A tecnologia, chamada PerfectSwell, foi criada pela empresa norte-americana American Wave Machines e possibilita ajustar altura, formato, velocidade e duração das ondas. Assim, tanto iniciantes quanto surfistas profissionais conseguem aproveitar o espaço com segurança e desempenho. Essa é a mesma tecnologia usada no Boa Vista Village Surf Club, em Porto Feliz (SP), que inaugurou em 2023 a primeira piscina de surfe da América Latina. Clube exclusivo — e milionário O São Paulo Surf Club é o primeiro clube de surfe dentro da cidade de São Paulo e seu acesso é extremamente exclusivo.Para se tornar membro, é preciso adquirir um título familiar de R$ 1,25 milhão, além de uma mensalidade que gira em torno de R$ 3,3 mil.Apesar do valor elevado, o clube já conta com lista de espera. Estrutura completa para relaxar, treinar e socializar O espaço não se resume ao surfe. A área principal conta com lounge, restaurante e bar, todos com vista para a piscina e para o skyline paulistano. Além disso, os membros têm acesso a:Praia artificial com água tratadaSpaAcademiaQuadras de tênis (duas cobertas e uma descoberta)Beach tennisPickleballSquashQuadra poliesportiva Todo o projeto arquitetônico é assinado por nomes de peso: Sig Bergamin, Murilo Lomas e o escritório PSA Arquitetura, com paisagismo da designer Maria João d'Orey. O empreendimento é da JHSF. Residencial integrado ao clube O complexo também inclui o São Paulo Surf Club Residences, um condomínio localizado em um terreno de 14 mil m², com acesso direto ao clube. Os edifícios têm fachadas com painéis ripados, jardineiras, terraços amplos e plantas que variam entre 260 m² e 870 m² — reforçando o caráter sofisticado e exclusivo do projeto.
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Conhecer maravilhas naturais como o Grand Canyon, no Arizona, ou o Everglades, na Flórida, vai ficar mais caro para turistas estrangeiros a partir de 2026. O governo dos Estados Unidos anunciou que visitantes internacionais terão que pagar uma sobretaxa de US$ 100 (cerca de R$ 535) para entrar em 11 dos parques nacionais mais famosos do país. A medida faz parte de uma reformulação do sistema de passes do Departamento do Interior (DOI), que busca reforçar os investimentos na conservação e manutenção das áreas naturais. O que muda para os turistas internacionais? Duas alterações principais entram em vigor em 1º de janeiro de 2026: 1️⃣ Aumento do passe anual “America the Beautiful” O passe, que dá acesso a mais de 2 mil parques e florestas nacionais, atualmente custaUS$ 80 (aprox. R$ 427) por veículo ou até quatro adultos. A partir de 2026:Turistas internacionais: US$ 250 (aprox. R$ 1.337)Cidadãos e residentes dos EUA: continuam pagando US$ 80 Ou seja: estrangeiros pagarão mais de três vezes o valor atual para obter o passe. 2️⃣ Sobretaxa de US$ 100 para quem não tiver o passe Visitantes internacionais que optarem por não adquirir o passe anual terão que pagar uma taxa extra de US$ 100 ao entrar em 11 parques específicos — além do valor normal do ingresso. Segundo o DOI, a mudança visa garantir que visitantes internacionais contribuam de forma proporcional para a preservação dos parques. Quais parques cobrarão a taxa extra? A sobretaxa se aplica a alguns dos destinos naturais mais icônicos dos EUA: Parque Nacional de Acadia (Maine)Parque Nacional de Bryce Canyon (Utah)Parque Nacional Everglades (Flórida)Parque Nacional Glacier (Montana)Parque Nacional do Grand Canyon (Arizona)Parque Nacional de Grand Teton (Wyoming)Parque Nacional das Montanhas Rochosas (Colorado)Parques Nacionais Sequoia e Kings Canyon (Califórnia)Parque Nacional de Yellowstone (Wyoming, Montana e Idaho)Parque Nacional de Yosemite (Califórnia)Parque Nacional de Zion (Utah) Esses parques estão entre os mais visitados do país, acumulando milhões de visitantes por ano. Dias gratuitos? Só para americanos Outra mudança importante: os dias de visita gratuita — antes abertos a todos — passarão a ser exclusivos para cidadãos e residentes dos EUA. Algumas das datas especiais incluem:25 de maio: Memorial Day14 de junho: Dia da Bandeira14 de junho: aniversário do presidente Donald Trump3 a 5 de julho: fim de semana do Dia da Independência17 de setembro: Dia da Constituição Visitantes internacionais terão que pagar tarifa integral em qualquer data. Vale a pena visitar os parques após as mudanças? Para quem planeja explorar mais de um parque nacional, o passe anual internacional de US$ 250 pode compensar — especialmente considerando que destinos como Grand Canyon, Yosemite e Yellowstone costumam cobrar entradas individuais. Por outro lado, quem pretende visitar apenas um parque específico pode sentir o impacto mais forte com a taxa extra de US$ 100. Se você sonha em fazer um road trip pelos parques dos EUA, 2025 pode ser o último ano com preços mais acessíveis.
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Se você sonha em visitar o Museu do Louvre, em Paris, é melhor começar a se planejar desde já — porque a experiência ficará mais cara a partir de 14 de janeiro de 2026. O museu mais famoso do mundo, lar de obras como Mona Lisa e Vênus de Milo, anunciou um reajuste significativo no valor dos ingressos para turistas de países fora do Espaço Econômico Europeu. Quanto vai custar a entrada? O preço do ingresso individual para visitantes internacionais subirá de 22 para 32 euros, o que representa um aumento de cerca de 45%. Em reais, o novo valor fica em torno de R$ 198 (dependendo da cotação).Além disso, a tarifa para grupos acompanhados por guia também será reajustada, chegando a 28 euros (aprox. R$ 173) por pessoa. Por que o Louvre vai aumentar o preço? Segundo a administração do museu, o reajuste faz parte de um amplo plano de modernização e manutenção. O Louvre vem enfrentando desafios estruturais sérios, incluindo:superlotação em horários de pico;necessidade de reforço na segurança;problemas como infiltrações e vazamentos;obras de renovação de áreas internas e externas. Com o aumento, o museu espera arrecadar entre 15 e 20 milhões de euros extras por ano (algo entre R$ 93 e R$ 124 milhões), valor essencial para sustentar o ritmo das reformas e melhorar a experiência dos visitantes. E o que isso significa para quem está planejando a viagem? Para quem pretende visitar Paris em 2026 ou nos anos seguintes, este é um alerta importante: inclua o novo valor no seu planejamento de gastos. A alta no preço reforça a tendência de encarecimento dos principais pontos turísticos europeus, sobretudo os mais visitados. Ainda assim, o Louvre segue sendo uma parada imperdível. Com estrutura renovada, espera-se que a experiência se torne mais confortável, fluida e segura — o que, no fim das contas, pode compensar o investimento. Dica do Trip Log Se você estiver planejando uma visita ao Louvre em alta temporada, vale tentar comprar ingressos com antecedência e priorizar horários de menor movimento, como as primeiras horas da manhã ou o final da tarde.
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Dicas
Se você é nômade digital e busca um destino tranquilo e cheio de paisagens naturais, o Vale do Ambroz, na região de Extremadura, Espanha, pode ser o lugar perfeito! A região está oferecendo até 15 mil euros (cerca de R$ 93 mil) para quem se mudar para lá por pelo menos dois anos, como parte do programa "Vive en Ambroz". O objetivo é atrair novos moradores para combater a baixa densidade populacional da área, composta por oito vilarejos rodeados de florestas e montanhas. Com poucas centenas de habitantes em algumas localidades, o programa busca revitalizar a oferta de serviços essenciais e impulsionar a economia local. Quem pode participar?Mulheres com menos de 30 anos que se mudarem para vilarejos com menos de 5.000 habitantes receberão 10 mil euros inicialmente, com um bônus adicional de 5 mil euros caso permaneçam por um terceiro ano. Outros nômades digitais receberão 8 mil euros na primeira parcela e um extra de 4 mil euros se decidirem estender sua estadia por mais um ano. Os interessados terão três meses para se registrar oficialmente e solicitar o primeiro pagamento. Este incentivo financeiro pode cobrir moradia, terra cultivável e outras necessidades. Quer viver uma experiência autêntica em uma das regiões mais tranquilas da Espanha? O Vale do Ambroz está esperando por você! Dica de viagem: Se busca qualidade de vida e conexão com a natureza enquanto trabalha remotamente, essa pode ser sua chance de viver em um local de tirar o fôlego e ainda receber por isso! Compartilhe nos comentários o que você acha dessa oportunidade!
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Se você está planejando visitar Coney Island em Nova York e aproveitar a adrenalina da famosa montanha-russa Cyclone, talvez precise adiar um pouco essa experiência. A atração histórica, que completa 97 anos, foi fechada por tempo indeterminado após um incidente ocorrido na última quinta-feira, 22 de agosto. Durante o passeio, a Cyclone, que faz parte do Luna Park, foi interrompida em plena subida devido a uma falha mecânica em uma das rodas dentadas de corrente na sala de máquinas. Felizmente, todos os visitantes foram retirados com segurança e sem ferimentos. O incidente foi capturado em vídeos postados nas redes sociais, onde é possível ver uma pessoa sendo escoltada com cuidado pelos trilhos. O Departamento de Edifícios da Cidade de Nova York já esteve no local e emitiu notificações aos responsáveis pelo parque, tanto pela falha nos equipamentos quanto pela demora em relatar o ocorrido às autoridades. Segundo uma declaração do Luna Park, o Cyclone será reaberto assim que os reparos forem concluídos e a montanha-russa passar por uma nova inspeção de segurança. A nota ainda destaca que a segurança dos visitantes é a prioridade número um do parque e que a manutenção e os testes na montanha-russa são realizados diariamente. Portanto, se a Cyclone está no seu roteiro de atrações imperdíveis em Nova York, vale acompanhar as atualizações do Luna Park para saber quando ela voltará a funcionar e proporcionar mais emoções aos visitantes.
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São Paulo terá o primeiro parque dos Smurfs da América Latina, previsto para inauguração no primeiro semestre de 2025, no bairro da Saúde. O parque, que já existe em Xangai e Dubai, o Vila dos Smurfs Park ocupará mais de 5.000 m² e contará com 17 atrações, como montanha-russa no escuro, simuladores de realidade virtual e shows ao vivo. Destinado a crianças de 2 a 14 anos, o parque terá três áreas temáticas: Vila dos Smurfs, Floresta Encantada e Terra do Gargamel. Além disso, oferecerá restaurante, quiosques e uma loja de produtos oficiais, empregando cerca de 150 pessoas.
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O SeaWorld Orlando inaugurou no dia 7 de julho a Penguin Trek, uma montanha-russa familiar com tema de pinguins, que atinge até 70 km/h em um trajeto interno e externo. Inspirada em uma expedição na Antártida, a atração começa em uma "caverna de gelo" e inclui curvas e lançamentos. Com mais de 900 metros de extensão, é adequada para famílias, com altura mínima de 1,07m. Ao final, os visitantes passam por uma exposição com mais de 300 pinguins. A nova atração está na área "Antarctica Realm", que também oferece um bar e um café. O SeaWorld agora é o parque temático com mais montanhas-russas em Orlando, tendo recentemente inaugurado a Pipeline: The Surf Coaster e a Ice Breaker.
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Barcelona anunciou que proibirá o aluguel de apartamentos para turistas até 2028 para controlar os custos de habitação e tornar a cidade mais habitável para os residentes. O prefeito Jaume Collboni afirmou que até novembro de 2028 serão canceladas as licenças de 10.101 apartamentos de curta duração. A medida visa enfrentar o aumento de 68% nos aluguéis e 38% no custo de compra de casas nos últimos 10 anos. A decisão foi apoiada pela ministra da Habitação da Espanha, Isabel Rodriguez, que ressaltou a necessidade de garantir habitação acessível. No entanto, a associação de apartamentos turísticos de Barcelona, APARTUR, criticou a medida, afirmando que aumentará a pobreza e o desemprego, além de incentivar o surgimento de apartamentos turísticos ilegais. Barcelona já havia ordenado o fechamento de 9.700 apartamentos turísticos ilegais desde 2016 e recuperado 3.500 para habitação local. A cidade continuará com inspeções rigorosas para detectar acomodações ilegais após a proibição. A associação de hotéis de Barcelona não comentou o anúncio.
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Destinos
A EIU, uma organização irmã da The Economist, classificou 173 cidades do mundo com base em cuidados de saúde, cultura e ambiente, estabilidade, infraestruturas e educação. Viena lidera pelo terceiro ano seguido, com Copenhague em segundo e Zurique subindo para o terceiro. Melbourne caiu para o quarto lugar, e Calgary e Genebra empatam no quinto. Vancouver, Sydney, Osaka e Auckland completam o top 10. A Europa Ocidental teve um bom desempenho, mas enfrentou declínios em estabilidade devido a protestos e criminalidade. Honolulu foi a cidade mais bem classificada dos EUA, em 23º, e Atlanta subiu para a 29ª posição. Los Angeles e Nova York ficaram em 58º e 70º lugares, respectivamente. A América do Norte obteve a melhor pontuação em educação, mas infraestruturas no Canadá foram afetadas por uma crise habitacional. Vancouver permaneceu no top 10, mas Toronto caiu para o 12º lugar. Londres ficou em 45º. Hong Kong melhorou significativamente, subindo para a 50ª posição, enquanto cidades dos Emirados Árabes Unidos e da Arábia Saudita também avançaram. Tel Aviv caiu para o 112º lugar devido à guerra Israel-Hamas. Globalmente, a habitabilidade aumentou ligeiramente, mas a estabilidade enfrenta riscos devido a inflação e protestos frequentes. Damasco, Síria, Trípoli, Líbia, Argel, Argélia, e Lagos, Nigéria, continuam entre as menos habitáveis, sem melhorias desde 2023. Índice de habitabilidade global de 2024: os 10 primeiros 1. Viena, Áustria 2. Copenhague, Dinamarca 3. Zurique, Suíça 4. Melbourne, Austrália 5. Calgary, Canadá 5. Genebra, Suíça 7. Sydney, Austrália 7. Vancouver, Canadá 9. Osaka, Japão 9. Auckland, Nova Zelândia Fonte: CNN
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O prefeito de Barcelona, Jaume Collboni, anunciou a proibição de aluguéis de curto prazo a partir de novembro de 2028, visando resolver a crise de moradia. A medida espera devolver 10 mil apartamentos ao mercado habitacional. Outras cidades, como Nova York e Berlim, já implementaram restrições similares, tentando reduzir os custos de moradia e beneficiar os moradores locais. E muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes restrições aos aluguéis de curto prazo. Desde que foi lançado, em 2007, o Airbnb desregulou enormemente o setor do turismo. Ele oferece acomodações flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de "morar como um habitante local", que os hotéis não conseguem atender.Os últimos anos presenciaram retaliações contra a marca. Ela é acusada de fazer aumentar os custos de moradia e prejudicar os moradores locais, que se sentem forçados a morar ao lado de hotéis sem regulamentação Estudos sugerem que a regulamentação, ao invés de proibição total, poderia ser mais benéfica. A proibição pode resultar em aumento das tarifas de hotéis, mas também pode tornar a experiência turística mais autêntica ao manter os moradores nas áreas centrais. A discussão gira em torno de equilibrar os interesses dos turistas e dos moradores locais, procurando soluções que conciliem ambos os lados. Fonte: BBC News
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Dicas
Durante os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, Paris espera cerca de 15 milhões de visitantes, colocando o sistema de transporte público e as forças de segurança sob grande pressão. Preparativos para os jogos, que ocorrem de 26 de julho a 8 de setembro, incluem novos anúncios de tarifas de metrô, fechamentos de estradas e medidas de segurança, gerando confusão entre os moradores. Onde acontecerão as Olimpíadas de Paris 2024?Em Paris, os jogos serão distribuídos por 15 locais olímpicos e 11 paraolímpicos e se estenderão além do perímetro de Paris, até subúrbios como Les Yvelines, Hauts-de-Seine, Seine-et-Marne e Seine-St-Denis. Certos eventos como futebol, handebol, basquete e vela serão realizados em Bordeaux, Nantes, Lyon, St-Etienne, Nice e Marselha. A competição de surf será realizada no território ultramarino do Taiti. Como ficam os bilhetes de metrô? Os rumores são verdadeiros: durante as Olimpíadas, o preço de uma passagem de metrô em Paris dobrará de 2,15€ para 4€ entre 20 de julho e 8 de setembro, mas apenas para quem não se planejar com antecedência. Para evitar o aumento, os visitantes podem baixar o aplicativo da autoridade regional de transportes e comprar bilhetes únicos a 2,15€ antes de 20 de julho. Também é possível economizar comprando um conjunto de 10 bilhetes por 17,35€. Esses bilhetes podem ser armazenados no smartphone e escaneados na catraca do metrô. Outra opção é adquirir um passe Navigo Easy por 2 euros nas estações de metrô ou em vendedores autorizados. Este cartão é recarregável e pode ser carregado com bilhetes comprados pelo aplicativo ou diretamente nas estações de metrô. Novo passe diário olímpico Os visitantes também podem adquirir o Passe Paris 2024, que oferece acesso ilimitado aos locais de competição na Île-de-France e aos aeroportos de Orly e Roissy Charles-de-Gaulle. O passe diário começa em 16 euros, com tarifas mais baratas para períodos mais longos: um passe de 7 dias custa 70 euros (10 euros por dia). Disponível no aplicativo ou nas estações de trem e máquinas de bilhetes, o passe é válido de 20 de julho a 8 de setembro. Após essa data, as tarifas retornarão aos preços normais. Baixar o aplicativo de transporte é recomendado para evitar filas e economizar dinheiro. Novo serviço para o aeroporto de Orly Se você estiver viajando pelo Aeroporto de Paris-Orly, uma nova extensão da linha 14 do metrô agora conecta o aeroporto ao centro da cidade. Passageiros podem pegar a linha 14 até estações populares como Châtelet e Saint-Lazare, e até o subúrbio de Saint-Ouen. No entanto, as tarifas para o aeroporto têm um custo adicional de 10,30€ por viagem, não incluídas nas tarifas normais do metrô. Estações fechadas Ao mapear seu itinerário de metrô, lembre-se de que as seguintes estações estarão fechadas durante grande parte do verão, até 21 de setembro:Concorde, Tulherias, Champs-Elysées – Clemenceau QR CODE Durante os Jogos Olímpicos em Paris, um código QR pode ser necessário para se locomover, dependendo do meio de transporte, datas e destino. O Pass Jeux ou Games Pass é um passe digital que permite acesso a áreas de segurança sensíveis, especialmente antes da cerimônia de abertura, que ocorrerá ao ar livre no rio Sena, apresentando grandes desafios de segurança. Antes da cerimônia de abertura De 18 a 26 de julho, se você tiver reservas de hotel ou restaurante na zona cinzenta de alta segurança ao longo do Sena e estiver a pé ou de bicicleta, será necessário solicitar um código QR para acesso. Carros, incluindo táxis e caronas compartilhadas, são proibidos. No entanto, portadores de ingressos para atrações na área estão isentos e podem apresentar seus bilhetes nos postos de segurança. Isso inclui museus como o Louvre, Orsay, o Musée du quai Branly - Jacques Chirac (fechados de 25 a 26 de julho), a Torre Eiffel (fechada em 26 de julho) e o Institut du Monde Arabe. Excursões de cruzeiro fluvial serão suspensas de 20 a 26 de julho. Fora da zona cinzenta, no perímetro vermelho mais amplo, pedestres, ciclistas e scooters podem circular sem um código QR. Para táxis ou caronas compartilhadas, não é necessário um código QR, mas é preciso apresentar uma reserva de hotel, museu ou restaurante para acessar a área. Após a cerimônia de abertura Entre 27 de julho e 11 de agosto e durante as Paraolimpíadas, de 28 de agosto a 8 de setembro, as áreas ao redor dos locais de competição se tornarão zonas vermelhas até 2,5 horas antes de um evento e por uma hora depois. Pedestres e ciclistas não precisarão de código QR, mas táxis e caronas compartilhadas exigirão um Games Pass. Além do passe digital, tenha um documento de identidade com foto e comprovante de acomodação ou reserva para apresentar à polícia. Portadores de ingressos para eventos esportivos olímpicos não precisam de código QR para acessar os locais. Para verificar se seu destino está em uma zona de segurança, consulte o mapa interativo. Os passes digitais são gratuitos e não são necessários para menores de 13 anos. Eles podem ser obtidos na plataforma Pass Jeux, com envio de documento com foto e comprovante de reserva. A melhor maneira de evitar problemas de trânsito e alinhar-se com as metas de sustentabilidade das Olimpíadas de Paris é usar transporte público, caminhar ou andar de bicicleta.
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