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Quem estiver em Orlando no início de julho de 2026 terá a oportunidade de acompanhar uma das celebrações mais bonitas do ano nos Estados Unidos. Além das tradicionais comemorações do Dia da Independência, a edição de 2026 será ainda mais especial por marcar os 250 anos da independência americana, transformando os parques temáticos da cidade em verdadeiros palcos de luzes, música e fogos de artifício. Magic Kingdom terá três noites de celebração O principal destaque da Disney será o espetáculo "Disney's Celebrate America! A Fourth of July Concert in the Sky". A apresentação acontecerá nos dias 3, 4 e 5 de julho, às 21h, reunindo fogos especiais, projeções no Castelo da Cinderela e uma trilha sonora inspirada na história dos Estados Unidos. Para muitos visitantes, é considerado um dos shows de fogos mais emocionantes realizados durante o ano no Walt Disney World. EPCOT ganha final especial com o Heartbeat of Freedom No EPCOT, o espetáculo noturno "Luminous: The Symphony of Us" receberá um complemento especial chamado "Heartbeat of Freedom". O encerramento contará com fogos adicionais, efeitos especiais e iluminação inspirada nas cores da bandeira americana. A apresentação costuma ser um dos momentos mais aguardados das comemorações. Universal também participa da festa A Universal Orlando preparou atrações especiais para o feriado. No Universal Studios Florida, o espetáculo "CineSational: A Symphonic Spectacular" combinará drones, projeções, fontes dançantes e fogos de artifício em uma experiência imersiva. Já no Islands of Adventure, os visitantes poderão assistir ao espetáculo "Hogwarts Always", que utiliza projeções e efeitos especiais sobre o Castelo de Hogwarts. SeaWorld deve apresentar versão especial do Ignite O SeaWorld Orlando também costuma participar das celebrações com uma edição especial do espetáculo "Ignite". O show encerra a noite com uma homenagem ao feriado americano e uma grande apresentação de fogos. Vale a pena visitar Orlando no 4 de Julho? Sem dúvida. Embora os parques fiquem mais movimentados durante o feriado, o período oferece experiências únicas que não acontecem em outras épocas do ano. Os visitantes encontram shows exclusivos, apresentações especiais, decoração temática e alguns dos mais impressionantes espetáculos de fogos de artifício da temporada. Para quem já está planejando uma viagem para Orlando em julho de 2026, vale a pena organizar o roteiro para aproveitar essas celebrações. Afinal, os 250 anos da independência dos Estados Unidos prometem tornar o feriado ainda mais memorável.
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Uma das atrações mais radicais e icônicas do parque Disney's Hollywood Studios acaba de entrar em uma nova fase. Depois de mais de duas décadas embalada pelo rock da banda Aerosmith, a tradicional Rock ‘n’ Roller Coaster foi completamente reformulada e reabriu com uma proposta inédita: agora os visitantes aceleram ao lado dos irreverentes The Muppets e da banda fictícia Electric Mayhem. A nova experiência, inaugurada em 26 de maio, marca uma das transformações mais comentadas do complexo Walt Disney World Resort nos últimos anos e promete agradar tanto quem busca adrenalina quanto os fãs nostálgicos dos personagens. Uma montanha-russa clássica, agora com o caos divertido dos Muppets A essência da atração permanece intacta. Os visitantes continuam encarando um dos lançamentos mais intensos da Disney: sair do zero e atingir aproximadamente 100 km/h em apenas três segundos, além das famosas três inversões que fizeram a reputação da montanha-russa desde sua estreia em 1999. Mas a ambientação mudou completamente. Agora, a história coloca os visitantes em uma missão urgente: a banda Electric Mayhem está prestes a realizar um grande show em Hollywood… até desaparecer minutos antes da apresentação.A solução? Entrar em uma limusine turbinada e cruzar a cidade em alta velocidade para chegar ao concerto antes que seja tarde demais. Nova identidade visual transforma toda a área da atração A mudança não ficou restrita ao percurso. Logo na entrada, o famoso letreiro em formato de guitarra recebeu um visual psicodélico inspirado na estética irreverente dos Muppets. Entre os detalhes mais curiosos está uma tecla dourada no teclado decorativo — uma homenagem ao excêntrico Dr. Teeth, líder da Electric Mayhem. Já o edifício G-Force Records, localizado na área da Sunset Boulevard, foi totalmente redesenhado para funcionar como uma grande visita aos bastidores dos Muppets. Durante a fila, os visitantes entram em um estúdio de gravação e encontram a banda ensaiando a clássica música “Can You Picture That?”, lançada originalmente em 1979. Tecnologia Disney apresenta novo animatrônico inédito Um dos destaques da repaginação é a estreia da primeira figura Audio-Animatronics do personagem Scooter. O animatrônico reproduz expressões faciais, movimentos corporais e interações com alto nível de realismo, utilizando a tecnologia patenteada da Disney. Esse detalhe reforça o investimento do parque em experiências mais imersivas e narrativas cada vez mais cinematográficas. Nova trilha sonora acompanha cada viagem Outra mudança importante está no áudio da atração. Cada lançamento pode ser acompanhado por faixas diferentes, criando experiências variadas entre uma volta e outra. Entre as músicas disponíveis estão:Song 2Born To Be WildLove RollercoasterRock! Rock! (Till You Drop)Walking on Sunshine A ideia é tornar cada embarque um pouco diferente do anterior. Easter eggs vão fazer os fãs dos Muppets quererem repetir a fila Quem gosta de procurar detalhes escondidos terá bastante trabalho. A nova versão traz dezenas de referências espalhadas pelos cenários — muitas delas reaproveitadas da antiga atração Muppet*Vision 3D, encerrada em 2025 para abrir espaço à futura área inspirada em Monsters, Inc.. Entre os objetos escondidos estão:As cadeiras originais de Statler e WaldorfO banjo de Kermit the Frog inspirado em “Rainbow Connection”Objetos cenográficos do antigo restaurante PizzeRizzoO retrato de Jim Henson em versão Muppet, preservado na saída da atração Para muitos fãs, esses detalhes funcionam como uma homenagem à história da franquia dentro do parque. Novidades continuam fora da atração Ao desembarcar, os visitantes encontram ainda mais mudanças. O quiosque FØØD by Swedish Chef ganhou novo visual e cardápio com snacks temáticos, incluindo churros, nachos, sorvetes e bebidas especiais. Já a loja Rock Around the Shop passou a vender uma coleção inédita de roupas, acessórios e lembranças inspiradas na nova fase da montanha-russa. Vale incluir no roteiro? Para quem está planejando viagem para Orlando, a nova Rock ‘n’ Roller Coaster surge como uma das atrações mais disputadas do momento. A Disney conseguiu preservar a adrenalina que tornou a experiência famosa e, ao mesmo tempo, adicionar humor, nostalgia e muitos detalhes que incentivam novas visitas. Se você já andou na versão do Aerosmith, talvez seja hora de acelerar novamente — agora com muito mais caos no estilo Muppets.
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Viajar, conhecer uma cidade a pé e aproveitar a vida noturna fazem parte da experiência de qualquer destino. Mas quando o assunto é caminhar à noite, segurança continua sendo uma preocupação para muitos turistas e moradores. Pensando nisso, uma nova plataforma criada no Reino Unido está ganhando destaque ao propor uma ideia simples — mas extremamente útil: encontrar não apenas o caminho mais rápido, e sim o mais seguro. A plataforma chamada “Safest Way” promete ajudar pedestres a escolher rotas noturnas levando em consideração fatores que normalmente ficam de fora dos aplicativos tradicionais de navegação. Como funciona o Safest Way? Ao contrário dos aplicativos convencionais que calculam apenas tempo e distância, o Safest Way analisa diferentes elementos urbanos para sugerir trajetos considerados mais seguros durante a noite. Entre os critérios avaliados estão:✔️ Iluminação pública das ruas✔️ Índices locais de criminalidade✔️ Presença de câmeras de monitoramento✔️ Condições gerais do entorno urbano A proposta é permitir que usuários façam deslocamentos com mais tranquilidade — especialmente em horários de menor movimento. A ideia surgiu após uma experiência real O projeto nasceu depois que uma das fundadoras relatou ter se sentido insegura ao voltar para casa após um evento realizado na The O2 Arena, um dos principais espaços de shows e entretenimento de Londres. A experiência serviu como ponto de partida para criar uma ferramenta que ajudasse outras pessoas a planejar deslocamentos noturnos de forma mais consciente. O mapa que mostra as ruas mais iluminadas de Londres Além do aplicativo, os desenvolvedores lançaram um mapa interativo com informações sobre iluminação pública em diferentes regiões da cidade. Segundo os dados divulgados:A City of London aparece como a área com maior cobertura de iluminação pública;Hackney surge logo em seguida;Já Harrow está entre as regiões com menor nível de iluminação. Esses dados ajudam moradores e visitantes a entender melhor como características urbanas também influenciam na sensação de segurança. Onde a plataforma já funciona? Atualmente o Safest Way está disponível em:LondonYorkNorthern IrelandGreater Manchester Os criadores afirmam que a expectativa é expandir o serviço para outras regiões do Reino Unido. O que isso significa para quem gosta de viajar? Ferramentas como essa mostram uma tendência interessante no turismo urbano: cidades mais inteligentes e experiências mais seguras. Para quem viaja sozinho, explora destinos à noite ou simplesmente prefere caminhar em áreas mais movimentadas e iluminadas, soluções desse tipo podem se tornar tão importantes quanto mapas, aplicativos de transporte ou guias de viagem. E você: usaria um aplicativo que escolhe o caminho mais seguro em vez do mais rápido durante uma viagem? Acompanhe mais notícias, dicas e curiosidades de viagem aqui no blog Trip Log.
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Um dos destinos turísticos mais famosos do Nordeste brasileiro, Porto de Galinhas, em Pernambuco, enfrenta um momento delicado. Nos últimos dias, o paraíso conhecido por suas piscinas naturais e águas cristalinas passou a ser associado a denúncias de cobranças abusivas, desorganização na orla e conflitos entre comerciantes e visitantes. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram discussões acaloradas e até agressões físicas na faixa de areia, cenas que contrastam fortemente com a imagem acolhedora que fez do destino um dos mais procurados do país — especialmente durante a alta temporada. Preços abusivos e falta de transparência Relatos de turistas apontam para valores considerados excessivos em barracas de praia, tanto para alimentos quanto para serviços. Em muitos casos, os preços não são informados previamente e só aparecem no momento da cobrança, gerando constrangimento, revolta e conflitos. Essa prática fere diretamente o Código de Defesa do Consumidor, que exige clareza na divulgação de preços e proíbe cobranças abusivas ou a imposição de consumação mínima sem aviso prévio. Abordagens insistentes e ocupação desordenada Além das cobranças, visitantes também reclamam de abordagens insistentes, disputa por clientes, excesso de mesas e cadeiras na areia e ausência de padronização das barracas. O resultado é um ambiente de tensão que compromete a experiência turística e gera sensação de insegurança. As imagens recentes divulgadas online indicam que o problema ultrapassou o limite do desconforto e passou a afetar diretamente a ordem pública na orla. Onde está a fiscalização? Diante do cenário, cresce o questionamento sobre a atuação do poder público. A responsabilidade envolve órgãos como a Prefeitura de Ipojuca, o Procon e a Guarda Municipal, que deveriam atuar de forma contínua na organização da praia, proteção do consumidor e garantia da segurança. No entanto, a percepção de moradores e turistas é de falta de fiscalização efetiva, especialmente em períodos de grande fluxo de visitantes, quando os problemas se intensificam. Impactos no turismo e na economia local Especialistas alertam que a ausência de controle pode afastar turistas, prejudicar a reputação do destino e gerar impactos negativos na economia local, que depende fortemente do turismo. O risco é que Porto de Galinhas passe a ser lembrada não apenas por suas belezas naturais, mas também por conflitos, desorganização e experiências negativas. Turistas e moradores cobram providências urgentes: preços visíveis, regras claras, organização da orla e mais segurança. Medidas essenciais para que Porto de Galinhas volte a ocupar o lugar que sempre teve no imaginário dos viajantes — o de um dos destinos mais encantadores do Brasil.
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Gramado, um dos destinos mais visitados do Brasil, prepara-se para dar um novo salto no turismo nacional e internacional. A cidade da Serra Gaúcha vai receber o Sirena Gramado, um complexo turístico de R$ 1 bilhão que promete unir hotelaria de alto padrão, entretenimento, gastronomia e contato intenso com a natureza. O empreendimento será construído em uma área de 205 hectares, localizada entre o centro de Gramado e o Parque do Caracol, e terá como um de seus grandes destaques a maior pista de esqui outdoor da América Latina, com cerca de 1 quilômetro de extensão. Resort Club Med e conceito integrado de lazer A operação hoteleira ficará a cargo do Club Med, referência mundial em resorts all inclusive e que já possui três unidades em funcionamento no Brasil. O Siren Além da pista de esqui com tecnologia sem neve, o complexo contará com cinco simuladores de esqui, voltados tanto para iniciantes quanto para atletas experientes. Estão previstos ainda parque de arvorismo, trilhas, jardim botânico e orquidário, reforçando a proposta de integração com o ambiente natural da região. Gastronomia, bem-estar e eventos O projeto também reserva espaço para um robusto conjunto gastronômico, que incluirá restaurantes temáticos, chocolateria artesanal, fábrica de sorvetes e uma adega dedicada a vinhos locais. Já o eixo de bem-estar contará com spa, piscina coberta e sala de ioga. Outro diferencial é a área destinada à construção de hospital, além de centro de convenções e espaços voltados para casamentos e grandes eventos, ampliando o potencial de Gramado no turismo corporativo e de celebrações. Construção em fases e previsão de abertura Resultado da parceria entre a DC Set Group e o Club Med, o Sirena Gramado será implantado em fases. Atualmente, o terreno passa por obras de terraplanagem, com início das construções previsto para o começo de 2026. A primeira fase deve ser entregue em junho de 2027, marcando a abertura oficial do resort. Segundo os realizadores, o projeto inaugura na região o conceito de “Cidade Natureza”, em que o relevo, os bosques e os cursos d’água orientam a implantação das construções, garantindo harmonia entre arquitetura e meio ambiente. Impacto econômico e fortalecimento do destino A expectativa é que o novo complexo gere empregos, amplie a arrecadação de impostos e fortaleça ainda mais o turismo local. De acordo com Dody Sirena, sócio-fundador da DC Set Group, um dos principais objetivos do empreendimento é internacionalizar Gramado, posicionando a cidade em um novo patamar no cenário turístico. O grupo já atua na Serra Gaúcha com o Space Adventure, em Canela — atração que reúne objetos aeroespaciais da NASA e que, após estrear em 2023, ganhou uma segunda unidade em Balneário Camboriú (SC). Gramado segue em alta no turismo brasileiro Tradicionalmente conhecida pelo Natal Luz, maior evento natalino do Brasil, Gramado deve receber cerca de 2,8 milhões de turistas ao longo do período da festa neste ano. A cidade também ganhou recentemente o Castelo de Gelo, anunciado como o maior bar de gelo do mundo inspirado em A Bela e a Fera. Além disso, Gramado ficou entre os cinco destinos nacionais mais desejados pelos brasileiros em 2025, segundo pesquisa do Ministério do Turismo em parceria com a Nexus, reforçando sua posição como um dos principais polos turísticos do país.
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Viver em uma grande metrópole sempre teve seus desafios, mas um novo estudo internacional reforça uma sensação cada vez mais comum entre os paulistanos: São Paulo está se tornando uma cidade exaustiva. De acordo com um levantamento da Remitly, empresa norte-americana de serviços financeiros, São Paulo ocupa a 8ª posição no ranking das cidades mais estressantes do mundo. No topo da lista aparecem Nova York (EUA), Dublin (Irlanda) e Cidade do México, respectivamente. Como o ranking foi elaborado O estudo analisou 170 grandes centros urbanos ao redor do mundo, com dados coletados em outubro de 2025. Para definir o nível de estresse de cada cidade, a Remitly combinou cinco indicadores principais: Tempo médio para percorrer 10 km (mobilidade urbana)Índice de custo de vidaÍndice de saúdeÍndice de criminalidadePoluição média anual A partir desses fatores, foi atribuída uma pontuação geral de estresse — e São Paulo aparece entre as dez piores do planeta. Trânsito, custo de vida e desgaste diário Não é surpresa para quem vive na cidade. Trânsito caótico, longos deslocamentos, poluição constante, insegurança e um custo de vida cada vez mais alto fazem parte da rotina de milhões de pessoas. O que chama atenção é que essa pressão contínua tem provocado um movimento crescente: a saída de moradores das grandes capitais, em busca de mais qualidade de vida, segurança e equilíbrio. Por que tanta gente está deixando São Paulo? Esse fenômeno vai além de números e rankings. Ele está diretamente ligado a mudanças culturais e sociais recentes, como: A popularização do trabalho remotoA possibilidade real de escolher onde viver, e não apenas onde trabalharA comparação cada vez mais frequente entre grandes capitais e cidades menores — no Brasil e no exterior Inclusive, esse é um tema que abordamos de forma mais profunda em um vídeo no canal, onde compartilhamos nossa experiência pessoal, dados oficiais e reflexões após viajar pela Europa e viver outras realidades de mobilidade, segurança e bem-estar.
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A Romênia acaba de anunciar um dos projetos turísticos mais ambiciosos da Europa: o Dracula Land, um complexo de aproximadamente € 1 bilhão que promete unir entretenimento, tecnologia e imersão cultural em um só lugar. O empreendimento deve transformar a região próxima a Bucareste — a apenas 20 minutos do centro — em um dos destinos mais inovadores do continente. Um complexo gigantesco de 160 hectares O Dracula Land ocupará uma área impressionante e reunirá experiências físicas e digitais em escala inédita. O grande destaque será o parque temático inspirado no universo gótico de Drácula, dividido em seis zonas distintas e com mais de 40 atrações, incluindo ambientes sombrios, aventuras radicais, experiências culturais e atrações para toda a família. Mas o parque é apenas o começo. O projeto também inclui: Parque aquático com piscina de ondas e spa termal Três hotéis temáticos que somam 1.200 quartos Shopping de luxo Circuito de corridas e motor park Arena multifuncional para 22.500 pessoas, preparada para shows, esportes e eventos internacionais Experiência híbrida: mundo real + metaverso Um dos diferenciais mais ousados do Dracula Land é a integração com o mundo digital. O complexo terá um metaverso próprio, desenvolvido em Unreal Engine 5, totalmente sincronizado com o parque físico. Nele, usuários poderão explorar ambientes virtuais, participar de atividades exclusivas e até realizar transações usando a DraculaCoin, criptomoeda oficial do projeto. A proposta é criar uma experiência imersiva contínua, que conecta visitantes dentro e fora do mundo real. Impacto turístico e econômico Idealizado pelo empresário romeno Dragoș Dobrescu, o Dracula Land é visto como um marco para o turismo do país. As projeções impressionam: 3 milhões de visitantes por ano Mais de 5 mil empregos diretos e indiretos € 5 bilhões em receitas ao longo de 10 anos Investimento 100% privado, com apoio de parceiros internacionais Ainda não há uma data oficial de inauguração, mas o entusiasmo global já começou. E você… encararia uma visita ao parque do Drácula?
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Campos do Jordão, um dos destinos mais procurados da Serra da Mantiqueira, vai ganhar um novo atrativo especialmente voltado para as famílias. A MSP Estúdios, de Mauricio de Sousa, anunciou durante a CCXP25 a criação do Parque do Chico Bento, com abertura prevista para junho de 2027. Instalado no Morro do Elefante e ocupando uma área de 10 mil m², o futuro parque temático promete fortalecer ainda mais o turismo local. Um investimento que transforma o turismo Com R$ 40 milhões em investimentos, o Parque do Chico Bento deverá gerar mais de 100 empregos diretos e indiretos e atrair cerca de 200 mil visitantes por ano.O complexo também foi planejado com foco em sustentabilidade: será 100% acessível e abastecido por energia renovável. Como será o Parque do Chico Bento? Em entrevista ao CNN Viagem & Gastronomia, Rafael Piccin, head de live experience da MSP Estúdios, explicou que o parque foi pensado para transportar o visitante diretamente para o universo acolhedor do Chico Bento. “Estamos desenhando atrações que aproximam as pessoas do imaginário do Chico Bento, com aquele clima de roça e bom humor que sempre fizeram parte do seu DNA”, afirma Piccin. As atrações serão inclusivas e projetadas para todas as idades. O objetivo é que famílias inteiras vivam a experiência juntas — desde crianças que terão seu primeiro contato com o personagem até adultos que guardam memórias afetivas da Turma da Mônica. Por que Campos do Jordão? Segundo a MSP, a escolha foi estratégica: apesar de receber cerca de 6 milhões de turistas por ano, a cidade ainda tem poucas opções estruturadas para o público infantil.O novo parque chega justamente para preencher essa lacuna e ampliar os atrativos para famílias que visitam a região. Campos do Jordão: charme, natureza e clima romântico Localizada a 170 km de São Paulo, Campos do Jordão é o município mais alto do Brasil, a 1.628 metros de altitude. Suas temperaturas amenas, a arquitetura europeia e a gastronomia fazem da cidade um dos destinos mais românticos do país. Além do futuro Parque do Chico Bento, quem visita a cidade encontra opções clássicas como: Vila Capivari: centro turístico com restaurantes, bares e chocolaterias Parque Capivari: com teleférico e vista panorâmica Passeio de bondinho: uma das atrações mais tradicionais Trilhas, mirantes e belas paisagens para curtir o clima de montanha
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Uma praia urbana, piscina com ondas perfeitas e vista privilegiada para a Ponte Estaiada — esse é o cenário do recém-inaugurado São Paulo Surf Club, que começou a operar na quinta-feira (4) e já virou assunto entre amantes do esporte e curiosos em busca de novas experiências na capital paulista. Ondas perfeitas no coração da cidade O grande destaque do clube é sua piscina de 220 metros de extensão, equipada com tecnologia de ponta que produz ondas de até 22 segundos de duração. O suficiente para permitir manobras completas como tubos, aéreos, batidas e rasgadas — tudo isso em um ambiente totalmente controlado. A tecnologia, chamada PerfectSwell, foi criada pela empresa norte-americana American Wave Machines e possibilita ajustar altura, formato, velocidade e duração das ondas. Assim, tanto iniciantes quanto surfistas profissionais conseguem aproveitar o espaço com segurança e desempenho. Essa é a mesma tecnologia usada no Boa Vista Village Surf Club, em Porto Feliz (SP), que inaugurou em 2023 a primeira piscina de surfe da América Latina. Clube exclusivo — e milionário O São Paulo Surf Club é o primeiro clube de surfe dentro da cidade de São Paulo e seu acesso é extremamente exclusivo.Para se tornar membro, é preciso adquirir um título familiar de R$ 1,25 milhão, além de uma mensalidade que gira em torno de R$ 3,3 mil.Apesar do valor elevado, o clube já conta com lista de espera. Estrutura completa para relaxar, treinar e socializar O espaço não se resume ao surfe. A área principal conta com lounge, restaurante e bar, todos com vista para a piscina e para o skyline paulistano. Além disso, os membros têm acesso a:Praia artificial com água tratadaSpaAcademiaQuadras de tênis (duas cobertas e uma descoberta)Beach tennisPickleballSquashQuadra poliesportiva Todo o projeto arquitetônico é assinado por nomes de peso: Sig Bergamin, Murilo Lomas e o escritório PSA Arquitetura, com paisagismo da designer Maria João d'Orey. O empreendimento é da JHSF. Residencial integrado ao clube O complexo também inclui o São Paulo Surf Club Residences, um condomínio localizado em um terreno de 14 mil m², com acesso direto ao clube. Os edifícios têm fachadas com painéis ripados, jardineiras, terraços amplos e plantas que variam entre 260 m² e 870 m² — reforçando o caráter sofisticado e exclusivo do projeto.
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As taxas de turismo já fazem parte da experiência de viajar pelo Brasil — e a tendência é que se tornem cada vez mais comuns. Criadas para financiar a conservação ambiental e organizar o fluxo de visitantes, elas surgiram em destinos isolados, mas hoje se consolidam como uma política nacional para quem busca turismo sustentável. De Fernando de Noronha a Ubatuba, passando por paraísos como Jericoacoara e Morro de São Paulo, muitos lugares já cobram valores que ajudam a manter praias, trilhas e parques preservados. E a lista deve crescer nos próximos anos. O que são as taxas de turismo? As cobranças recebem diferentes nomes — TPA (Taxa de Preservação Ambiental), TTS (Taxa de Turismo Sustentável) ou TCA (Taxa de Conservação Ambiental) — mas têm o mesmo objetivo: financiar a preservação ambientalmanter a infraestrutura turísticaregular a quantidade de visitantesreforçar serviços como limpeza, segurança e sinalização Legalizadas por leis municipais, essas taxas podem ser cobradas por pessoa, por veículo ou por diária, e em muitos lugares já é possível pagar antecipadamente pela internet. Destinos famosos no Brasil que já cobram taxas A seguir, um panorama atualizado dos principais destinos turísticos que adotaram algum tipo de cobrança. Fernando de Noronha (PE) Pioneira no Brasil, a Taxa de Preservação Ambiental existe desde 1989.Valor: R$ 101,33 por dia, por pessoaValidade: diáriaComo pagar: online antes do embarque ou na chegadaO recurso ajuda no controle do fluxo de turistas e na conservação do arquipélago. Jericoacoara (CE) Desde 2017, o destino cobra a TTS administrada pelo município de Jijoca.Valor: R$ 41,50 por visitante (válido por 10 dias)Isentos: crianças até 12 anos, idosos 60+, PCDs e moradoresComo pagar: site da prefeituraSe exceder o período, é preciso gerar uma nova taxa. Alto Paraíso de Goiás (GO) – Chapada dos Veadeiros A TCA está ativa desde 2024.Valor: R$ 20 para até 7 diasPagamento: online; gera QR code para apresentar nas entradasIsenção: idosos, pesquisadores e PCDs Morro de São Paulo (BA) A TUPA é obrigatória a todos os visitantes.Valor: R$ 50 por pessoa (válido por 30 dias)Como pagar: online ou na chegadaO dinheiro financia limpeza urbana, coleta de resíduos e preservação ambiental. Santo Amaro do Maranhão (MA) – Lençóis Maranhenses A TTS é cobrada desde 2023.Valor: R$ 10 por pessoa (válido por 3 dias)Onde pagar: postos na entrada da cidade ou secretaria de turismoIsentos: idosos, PCDs, menores de 12 anos e moradores Bombinhas (SC) Uma das taxas mais conhecidas do país, aplicada apenas a veículos na alta temporada.Período: 15/11 a 15/04Valores:Carros: R$ 38Utilitários: R$ 57Motos: R$ 4,50Como pagar: online ou postos credenciados Ubatuba (SP) A TPA também é cobrada de veículos.Valor:Carros: R$ 13,73Motos: R$ 3,69Ônibus: R$ 97,14Cobrança: eletrônicaFinalidade: preservação e manutenção da infraestrutura Destinos que devem implementar taxas nos próximos anos Além dos locais onde a cobrança já está ativa, novos municípios avançam na regulamentação: Ilhabela (SP) A TPA será retomada em dezembro de 2025.Valor previsto: R$ 48 para veículos de passeio Campos do Jordão (SP) O projeto de lei para taxa ambiental já foi aprovado na Câmara; aguarda sanção.Previsão de início: segundo semestre de 2026Abrangência: veículos com placas de outros municípios Aparecida do Norte (SP) Um dos principais destinos de turismo religioso do país estuda criar uma taxa turística.Objetivo: reforçar a infraestrutura durante romarias e grandes eventos Por que essas taxas estão se expandindo? A adoção crescente dessas cobranças está diretamente ligada a três fatores:sustentabilidade ambiental — garantir que a natureza aguente a pressão do turismomanutenção urbana — limpeza, segurança, transporte e sinalizaçãocontrole de fluxo — evitar superlotação e danos ao ecossistemaCom o aumento do turismo doméstico e internacional, essa política vem sendo vista como uma ferramenta eficiente para equilibrar preservação, qualidade da experiência e impacto econômico. Vale a pena se planejar Para evitar surpresas, o ideal é verificar a existência de taxas antes de viajar, especialmente para destinos de natureza. Muitos municípios têm sistemas online que facilitam o pagamento antecipado — e isso pode agilizar sua entrada no destino.
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Conhecer maravilhas naturais como o Grand Canyon, no Arizona, ou o Everglades, na Flórida, vai ficar mais caro para turistas estrangeiros a partir de 2026. O governo dos Estados Unidos anunciou que visitantes internacionais terão que pagar uma sobretaxa de US$ 100 (cerca de R$ 535) para entrar em 11 dos parques nacionais mais famosos do país. A medida faz parte de uma reformulação do sistema de passes do Departamento do Interior (DOI), que busca reforçar os investimentos na conservação e manutenção das áreas naturais. O que muda para os turistas internacionais? Duas alterações principais entram em vigor em 1º de janeiro de 2026: 1️⃣ Aumento do passe anual “America the Beautiful” O passe, que dá acesso a mais de 2 mil parques e florestas nacionais, atualmente custaUS$ 80 (aprox. R$ 427) por veículo ou até quatro adultos. A partir de 2026:Turistas internacionais: US$ 250 (aprox. R$ 1.337)Cidadãos e residentes dos EUA: continuam pagando US$ 80 Ou seja: estrangeiros pagarão mais de três vezes o valor atual para obter o passe. 2️⃣ Sobretaxa de US$ 100 para quem não tiver o passe Visitantes internacionais que optarem por não adquirir o passe anual terão que pagar uma taxa extra de US$ 100 ao entrar em 11 parques específicos — além do valor normal do ingresso. Segundo o DOI, a mudança visa garantir que visitantes internacionais contribuam de forma proporcional para a preservação dos parques. Quais parques cobrarão a taxa extra? A sobretaxa se aplica a alguns dos destinos naturais mais icônicos dos EUA: Parque Nacional de Acadia (Maine)Parque Nacional de Bryce Canyon (Utah)Parque Nacional Everglades (Flórida)Parque Nacional Glacier (Montana)Parque Nacional do Grand Canyon (Arizona)Parque Nacional de Grand Teton (Wyoming)Parque Nacional das Montanhas Rochosas (Colorado)Parques Nacionais Sequoia e Kings Canyon (Califórnia)Parque Nacional de Yellowstone (Wyoming, Montana e Idaho)Parque Nacional de Yosemite (Califórnia)Parque Nacional de Zion (Utah) Esses parques estão entre os mais visitados do país, acumulando milhões de visitantes por ano. Dias gratuitos? Só para americanos Outra mudança importante: os dias de visita gratuita — antes abertos a todos — passarão a ser exclusivos para cidadãos e residentes dos EUA. Algumas das datas especiais incluem:25 de maio: Memorial Day14 de junho: Dia da Bandeira14 de junho: aniversário do presidente Donald Trump3 a 5 de julho: fim de semana do Dia da Independência17 de setembro: Dia da Constituição Visitantes internacionais terão que pagar tarifa integral em qualquer data. Vale a pena visitar os parques após as mudanças? Para quem planeja explorar mais de um parque nacional, o passe anual internacional de US$ 250 pode compensar — especialmente considerando que destinos como Grand Canyon, Yosemite e Yellowstone costumam cobrar entradas individuais. Por outro lado, quem pretende visitar apenas um parque específico pode sentir o impacto mais forte com a taxa extra de US$ 100. Se você sonha em fazer um road trip pelos parques dos EUA, 2025 pode ser o último ano com preços mais acessíveis.
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Se você sonha em visitar o Museu do Louvre, em Paris, é melhor começar a se planejar desde já — porque a experiência ficará mais cara a partir de 14 de janeiro de 2026. O museu mais famoso do mundo, lar de obras como Mona Lisa e Vênus de Milo, anunciou um reajuste significativo no valor dos ingressos para turistas de países fora do Espaço Econômico Europeu. Quanto vai custar a entrada? O preço do ingresso individual para visitantes internacionais subirá de 22 para 32 euros, o que representa um aumento de cerca de 45%. Em reais, o novo valor fica em torno de R$ 198 (dependendo da cotação).Além disso, a tarifa para grupos acompanhados por guia também será reajustada, chegando a 28 euros (aprox. R$ 173) por pessoa. Por que o Louvre vai aumentar o preço? Segundo a administração do museu, o reajuste faz parte de um amplo plano de modernização e manutenção. O Louvre vem enfrentando desafios estruturais sérios, incluindo:superlotação em horários de pico;necessidade de reforço na segurança;problemas como infiltrações e vazamentos;obras de renovação de áreas internas e externas. Com o aumento, o museu espera arrecadar entre 15 e 20 milhões de euros extras por ano (algo entre R$ 93 e R$ 124 milhões), valor essencial para sustentar o ritmo das reformas e melhorar a experiência dos visitantes. E o que isso significa para quem está planejando a viagem? Para quem pretende visitar Paris em 2026 ou nos anos seguintes, este é um alerta importante: inclua o novo valor no seu planejamento de gastos. A alta no preço reforça a tendência de encarecimento dos principais pontos turísticos europeus, sobretudo os mais visitados. Ainda assim, o Louvre segue sendo uma parada imperdível. Com estrutura renovada, espera-se que a experiência se torne mais confortável, fluida e segura — o que, no fim das contas, pode compensar o investimento. Dica do Trip Log Se você estiver planejando uma visita ao Louvre em alta temporada, vale tentar comprar ingressos com antecedência e priorizar horários de menor movimento, como as primeiras horas da manhã ou o final da tarde.
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