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Prepare-se para números que desafiam qualquer parâmetro conhecido de adrenalina. Inaugurada em 31 de dezembro de 2025, a Falcons Flight já entrou para a história como a montanha-russa mais rápida, mais alta e mais longa do planeta. A atração atinge impressionantes 250 km/h, alcança 195 metros de altura e percorre um trajeto de 4,3 quilômetros, tudo isso em pouco mais de três minutos de duração. A novidade faz parte do recém-inaugurado Six Flags Qiddiya City, localizado a cerca de 40 minutos de Riade, capital da Arábia Saudita. O parque integra o megaprojeto Qiddiya City, um destino totalmente planejado do zero, construído ao redor das Montanhas Tuwaiq, em meio a um cenário desértico monumental. Uma experiência que usa a própria paisagem como adrenalina O grande diferencial da Falcons Flight está na forma como a atração se integra ao ambiente natural. A montanha-russa serpenteia um penhasco e inclui uma queda vertical a partir do precipício, criando uma sensação de velocidade e altura ainda mais intensa. Um dos momentos mais radicais acontece quando o carrinho é impulsionado até o topo do penhasco, com 195 metros de altura. A partir dali, os visitantes encaram uma queda de 160 metros, acelerando até os 250 km/h, antes de passar por um trecho conhecido como “camelback hill” — uma subida e descida acentuadas com pico de aproximadamente 163 metros, que garante aquela clássica sensação de gravidade zero. Para ter ideia da grandiosidade… 195 metros de altura equivalem a um prédio de cerca de 60 andares250 km/h é uma velocidade comum em carros de Fórmula 14,3 km de extensão representam aproximadamente cinco vezes o tamanho do Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo É, definitivamente, uma escala que coloca a Falcons Flight em outro patamar dentro do entretenimento mundial. Segurança e requisitos para os visitantes Segundo o Six Flags Qiddiya City, a atração possui regras claras de segurança:Altura mínima: 1,30 metroAltura máxima: 1,96 metro Os carrinhos contam ainda com para-brisas individuais em cada vagão, pensados especialmente para proteger os passageiros da areia do deserto e das altíssimas velocidades alcançadas durante o percurso. A tecnologia por trás do recorde A responsável pela Falcons Flight é a fabricante europeia Intamin, um verdadeiro peso-pesado da indústria de parques temáticos. A empresa já assinou atrações icônicas como:Kingda Ka – antiga detentora dos títulos de mais alta e mais rápida do mundoFormula Rossa – que perdeu o posto de mais rápida para a Falcons FlightVelociCoaster – no Universal Islands of Adventure, em Orlando No Brasil, a Intamin também é conhecida por atrações como a Vurang, no Hopi Hari, e a Super Gyro Tower, no Parque Unipraias. Um novo símbolo do turismo de entretenimento Com a Falcons Flight, a Arábia Saudita reforça sua aposta em se tornar um dos grandes polos globais de entretenimento e turismo de experiências extremas. Mais do que uma montanha-russa, a atração simboliza a ambição de Qiddiya City de competir diretamente com os maiores destinos de parques temáticos do mundo. Se você é fã de adrenalina, este é, sem dúvida, um nome que já entra para a lista dos sonhos de viagem.
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Viajar no fim de ano é quase um ritual para muitos brasileiros. Natal, Réveillon e férias escolares parecem a combinação perfeita para arrumar as malas. Mas a realidade, ano após ano, mostra que essa pode ser a pior época para viajar, especialmente para destinos turísticos populares no Brasil. Superlotação, preços abusivos, filas intermináveis e trânsito caótico transformam o que deveria ser descanso em estresse. E o problema não está em viajar — mas em viajar na alta temporada mais disputada do ano. Trânsito intenso e deslocamentos exaustivos Quem decide pegar a estrada no fim de ano precisa ter paciência. Rodovias de acesso ao litoral e a cidades turísticas entram em colapso, com congestionamentos que podem durar horas — ou até dias, na volta para casa. Regiões muito procuradas, como o litoral paulista, a Região dos Lagos (RJ) e o sul do país, costumam registrar fluxo recorde de veículos, o que aumenta o risco de acidentes, atrasos e desgaste físico logo no início da viagem. O que deveria ser um trajeto tranquilo vira parte do problema. Aeroportos cheios, filas e atrasos A situação não é diferente nos aeroportos. No fim de ano, terminais operam no limite, com:filas longas para check-in e embarque;voos lotados;maior risco de atrasos e remarcações;menos flexibilidade para resolver imprevistos. Com tanta gente viajando ao mesmo tempo, qualquer falha gera um efeito dominó — e o passageiro acaba pagando a conta com horas perdidas. Destinos superlotados perdem o charmePraias paradisíacas e centros históricos encantadores simplesmente mudam de cara no fim de ano. Destinos como Rio de Janeiro, Florianópolis, Porto de Galinhas e Búzios enfrentam:excesso de turistas;praias lotadas desde cedo;dificuldade para estacionar;restaurantes e passeios com filas;serviços sobrecarregados. O resultado? Menos conforto, menos experiência e mais frustração. Tudo fica mais caro — e nem sempre melhor Alta demanda significa preços nas alturas. No fim de ano:diárias de hotéis e pousadas disparam;passagens aéreas ficam mais caras;restaurantes e serviços turísticos reajustam valores;promoções praticamente desaparecem. Em muitos casos, o viajante paga mais para receber menos — menos atenção, menos tranquilidade e menos qualidade. Quando o turismo vira conflito Outro problema recorrente da alta temporada é o aumento de conflitos entre turistas e comerciantes, motivados por:preços sem aviso prévio;cobranças abusivas;serviços improvisados;falta de fiscalização. Essas situações geram desgaste, reclamações e até episódios de agressão, prejudicando a imagem do destino e a experiência de quem visita. Então, qual é a melhor alternativa? Viajar fora do período mais concorrido pode ser muito mais vantajoso. Meses como março, abril, maio, agosto e setembro oferecem:preços mais baixos;destinos mais vazios;atendimento melhor;clima ainda favorável em muitas regiões;experiências mais autênticas. Viajar bem não é só escolher o destino, mas também o momento certo. Dica final Se a ideia é descansar, explorar e aproveitar de verdade, talvez o melhor presente de fim de ano seja planejar a viagem para outra época. Seu bolso, seu tempo e sua saúde mental agradecem.
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Um dos destinos turísticos mais famosos do Nordeste brasileiro, Porto de Galinhas, em Pernambuco, enfrenta um momento delicado. Nos últimos dias, o paraíso conhecido por suas piscinas naturais e águas cristalinas passou a ser associado a denúncias de cobranças abusivas, desorganização na orla e conflitos entre comerciantes e visitantes. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram discussões acaloradas e até agressões físicas na faixa de areia, cenas que contrastam fortemente com a imagem acolhedora que fez do destino um dos mais procurados do país — especialmente durante a alta temporada. Preços abusivos e falta de transparência Relatos de turistas apontam para valores considerados excessivos em barracas de praia, tanto para alimentos quanto para serviços. Em muitos casos, os preços não são informados previamente e só aparecem no momento da cobrança, gerando constrangimento, revolta e conflitos. Essa prática fere diretamente o Código de Defesa do Consumidor, que exige clareza na divulgação de preços e proíbe cobranças abusivas ou a imposição de consumação mínima sem aviso prévio. Abordagens insistentes e ocupação desordenada Além das cobranças, visitantes também reclamam de abordagens insistentes, disputa por clientes, excesso de mesas e cadeiras na areia e ausência de padronização das barracas. O resultado é um ambiente de tensão que compromete a experiência turística e gera sensação de insegurança. As imagens recentes divulgadas online indicam que o problema ultrapassou o limite do desconforto e passou a afetar diretamente a ordem pública na orla. Onde está a fiscalização? Diante do cenário, cresce o questionamento sobre a atuação do poder público. A responsabilidade envolve órgãos como a Prefeitura de Ipojuca, o Procon e a Guarda Municipal, que deveriam atuar de forma contínua na organização da praia, proteção do consumidor e garantia da segurança. No entanto, a percepção de moradores e turistas é de falta de fiscalização efetiva, especialmente em períodos de grande fluxo de visitantes, quando os problemas se intensificam. Impactos no turismo e na economia local Especialistas alertam que a ausência de controle pode afastar turistas, prejudicar a reputação do destino e gerar impactos negativos na economia local, que depende fortemente do turismo. O risco é que Porto de Galinhas passe a ser lembrada não apenas por suas belezas naturais, mas também por conflitos, desorganização e experiências negativas. Turistas e moradores cobram providências urgentes: preços visíveis, regras claras, organização da orla e mais segurança. Medidas essenciais para que Porto de Galinhas volte a ocupar o lugar que sempre teve no imaginário dos viajantes — o de um dos destinos mais encantadores do Brasil.
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Roma acaba de provar, mais uma vez, que cada obra na cidade é uma viagem no tempo. A capital italiana inaugurou duas novas estações da Linha C do metrô — Porta Metronia e Colosseo – Fori Imperiali — que vão muito além da mobilidade urbana: elas funcionam como verdadeiros museus arqueológicos subterrâneos. As estações começaram a operar em 16 de dezembro e ligam a região leste da cidade diretamente ao entorno do Coliseu, um dos pontos mais visitados do mundo. A entrega das obras levou anos a mais do que o previsto — e por um bom motivo: descobertas arqueológicas impressionantes surgiram durante as escavações. Porta Metronia: história em camadas A estação Porta Metronia possui cinco níveis subterrâneos, duas entradas e um átrio com design que remete a um espaço expositivo. Durante as obras, arqueólogos identificaram:Um quartel militar romano com cerca de 2 mil anosUma antiga residência com afrescos e mosaicos preservados Esses achados agora fazem parte do trajeto diário dos passageiros, integrando arte, história e transporte público. Colosseo – Fori Imperiali: um museu até a plataforma Ainda mais impressionante, a estação Colosseo – Fori Imperiali se estende por quatro níveis subterrâneos, com 50 metros de largura e 32 metros de profundidade. No local, foram encontrados:28 poços antigosCentenas de artefatos, como vasos, esculturas e objetos do cotidiano romano Hoje, o espaço abriga um museu integrado, que acompanha o passageiro desde a entrada até as plataformas. E o final do trajeto é inesquecível: ao sair da estação, o visitante tem uma visão panorâmica direta do Coliseu. Engenharia moderna para proteger o passado Como ambas as estações estão em uma das regiões mais ricas em história de Roma, a expansão da Linha C exigiu uma técnica de construção em níveis, com escavações feitas de cima para baixo. Esse método garantiu:Estabilidade estruturalContinuidade das pesquisas arqueológicasPreservação dos achados históricos Dica para quem vai a Roma Se você está planejando uma viagem para a cidade, inclua essas estações no roteiro, mesmo que não precise pegar o metrô:Entre com calma e observe os detalhes arquitetônicosLeia as sinalizações históricas ao longo do percursoCombine a visita com um passeio pelo Coliseu e Fórum Romano Em Roma, até o metrô conta histórias milenares — e agora, literalmente, transporta você pelo passado enquanto segue para o próximo destino!
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Gramado, um dos destinos mais visitados do Brasil, prepara-se para dar um novo salto no turismo nacional e internacional. A cidade da Serra Gaúcha vai receber o Sirena Gramado, um complexo turístico de R$ 1 bilhão que promete unir hotelaria de alto padrão, entretenimento, gastronomia e contato intenso com a natureza. O empreendimento será construído em uma área de 205 hectares, localizada entre o centro de Gramado e o Parque do Caracol, e terá como um de seus grandes destaques a maior pista de esqui outdoor da América Latina, com cerca de 1 quilômetro de extensão. Resort Club Med e conceito integrado de lazer A operação hoteleira ficará a cargo do Club Med, referência mundial em resorts all inclusive e que já possui três unidades em funcionamento no Brasil. O Siren Além da pista de esqui com tecnologia sem neve, o complexo contará com cinco simuladores de esqui, voltados tanto para iniciantes quanto para atletas experientes. Estão previstos ainda parque de arvorismo, trilhas, jardim botânico e orquidário, reforçando a proposta de integração com o ambiente natural da região. Gastronomia, bem-estar e eventos O projeto também reserva espaço para um robusto conjunto gastronômico, que incluirá restaurantes temáticos, chocolateria artesanal, fábrica de sorvetes e uma adega dedicada a vinhos locais. Já o eixo de bem-estar contará com spa, piscina coberta e sala de ioga. Outro diferencial é a área destinada à construção de hospital, além de centro de convenções e espaços voltados para casamentos e grandes eventos, ampliando o potencial de Gramado no turismo corporativo e de celebrações. Construção em fases e previsão de abertura Resultado da parceria entre a DC Set Group e o Club Med, o Sirena Gramado será implantado em fases. Atualmente, o terreno passa por obras de terraplanagem, com início das construções previsto para o começo de 2026. A primeira fase deve ser entregue em junho de 2027, marcando a abertura oficial do resort. Segundo os realizadores, o projeto inaugura na região o conceito de “Cidade Natureza”, em que o relevo, os bosques e os cursos d’água orientam a implantação das construções, garantindo harmonia entre arquitetura e meio ambiente. Impacto econômico e fortalecimento do destino A expectativa é que o novo complexo gere empregos, amplie a arrecadação de impostos e fortaleça ainda mais o turismo local. De acordo com Dody Sirena, sócio-fundador da DC Set Group, um dos principais objetivos do empreendimento é internacionalizar Gramado, posicionando a cidade em um novo patamar no cenário turístico. O grupo já atua na Serra Gaúcha com o Space Adventure, em Canela — atração que reúne objetos aeroespaciais da NASA e que, após estrear em 2023, ganhou uma segunda unidade em Balneário Camboriú (SC). Gramado segue em alta no turismo brasileiro Tradicionalmente conhecida pelo Natal Luz, maior evento natalino do Brasil, Gramado deve receber cerca de 2,8 milhões de turistas ao longo do período da festa neste ano. A cidade também ganhou recentemente o Castelo de Gelo, anunciado como o maior bar de gelo do mundo inspirado em A Bela e a Fera. Além disso, Gramado ficou entre os cinco destinos nacionais mais desejados pelos brasileiros em 2025, segundo pesquisa do Ministério do Turismo em parceria com a Nexus, reforçando sua posição como um dos principais polos turísticos do país.
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Entraram em vigor nesta segunda-feira (15) as novas diretrizes do Ministério do Turismo que padronizam os procedimentos de check-in, check-out e duração das diárias em meios de hospedagem em todo o país. As mudanças afetam hotéis, pousadas, hostels, flats e resorts registrados oficialmente, e têm como principal objetivo trazer mais transparência e segurança para viajantes e estabelecimentos. Diária passa a ter 24 horas oficiais A principal novidade é a definição clara de que a diária de hospedagem corresponde a um período de 24 horas. Dentro desse intervalo, os meios de hospedagem podem reservar até 3 horas para limpeza, arrumação e higienização do quarto, sem custo adicional para o hóspede. Na prática, isso garante ao cliente ao menos 21 horas efetivas de uso da acomodação. A medida busca acabar com dúvidas comuns sobre o tempo real de permanência no quarto, um tema que frequentemente gerava reclamações e interpretações diferentes entre hóspedes e hotéis. Horários continuam flexíveis, mas agora devem ser informados Apesar da padronização da diária, os estabelecimentos mantêm autonomia para definir seus próprios horários de check-in e check-out. A diferença é que, a partir de agora, essas informações precisam ser comunicadas de forma clara e antecipada ao consumidor — seja no site oficial, no momento da reserva ou em plataformas de venda online. A ausência dessas informações pode ser considerada falha na prestação do serviço, reforçando a importância da transparência na relação de consumo. Early check-in e late check-out seguem permitidos A nova regulamentação também confirma que a cobrança por entrada antecipada (early check-in) ou saída tardia (late check-out) continua autorizada. No entanto, os valores e condições devem ser informados antes da contratação da hospedagem, evitando surpresas no momento do pagamento. Check-in mais ágil com registro digital Outra inovação importante é a modernização da Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH), que agora pode ser preenchida em formato digital, por meio de QR Code ou link online. A mudança promete reduzir burocracias, agilizar o atendimento na recepção e tornar o processo de check-in mais rápido e eficiente. O que muda para o viajante Segundo o Ministério do Turismo, a atualização das regras busca garantir direitos ao consumidor, oferecer mais previsibilidade na contratação da hospedagem e dar maior segurança jurídica ao setor, evitando práticas que geravam confusão sobre tarifas, horários e serviços incluídos. Vale destacar que as normas se aplicam apenas aos meios de hospedagem formalmente registrados com CNAE específico. Imóveis residenciais alugados por plataformas digitais, como casas e apartamentos de temporada, não entram nessa regulamentação e seguem regras próprias de locação. Para quem viaja, a expectativa é de uma experiência mais clara, justa e tranquila — desde o momento da reserva até a hora do check-out.
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Viver em uma grande metrópole sempre teve seus desafios, mas um novo estudo internacional reforça uma sensação cada vez mais comum entre os paulistanos: São Paulo está se tornando uma cidade exaustiva. De acordo com um levantamento da Remitly, empresa norte-americana de serviços financeiros, São Paulo ocupa a 8ª posição no ranking das cidades mais estressantes do mundo. No topo da lista aparecem Nova York (EUA), Dublin (Irlanda) e Cidade do México, respectivamente. Como o ranking foi elaborado O estudo analisou 170 grandes centros urbanos ao redor do mundo, com dados coletados em outubro de 2025. Para definir o nível de estresse de cada cidade, a Remitly combinou cinco indicadores principais: Tempo médio para percorrer 10 km (mobilidade urbana)Índice de custo de vidaÍndice de saúdeÍndice de criminalidadePoluição média anual A partir desses fatores, foi atribuída uma pontuação geral de estresse — e São Paulo aparece entre as dez piores do planeta. Trânsito, custo de vida e desgaste diário Não é surpresa para quem vive na cidade. Trânsito caótico, longos deslocamentos, poluição constante, insegurança e um custo de vida cada vez mais alto fazem parte da rotina de milhões de pessoas. O que chama atenção é que essa pressão contínua tem provocado um movimento crescente: a saída de moradores das grandes capitais, em busca de mais qualidade de vida, segurança e equilíbrio. Por que tanta gente está deixando São Paulo? Esse fenômeno vai além de números e rankings. Ele está diretamente ligado a mudanças culturais e sociais recentes, como: A popularização do trabalho remotoA possibilidade real de escolher onde viver, e não apenas onde trabalharA comparação cada vez mais frequente entre grandes capitais e cidades menores — no Brasil e no exterior Inclusive, esse é um tema que abordamos de forma mais profunda em um vídeo no canal, onde compartilhamos nossa experiência pessoal, dados oficiais e reflexões após viajar pela Europa e viver outras realidades de mobilidade, segurança e bem-estar.
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A Romênia acaba de anunciar um dos projetos turísticos mais ambiciosos da Europa: o Dracula Land, um complexo de aproximadamente € 1 bilhão que promete unir entretenimento, tecnologia e imersão cultural em um só lugar. O empreendimento deve transformar a região próxima a Bucareste — a apenas 20 minutos do centro — em um dos destinos mais inovadores do continente. Um complexo gigantesco de 160 hectares O Dracula Land ocupará uma área impressionante e reunirá experiências físicas e digitais em escala inédita. O grande destaque será o parque temático inspirado no universo gótico de Drácula, dividido em seis zonas distintas e com mais de 40 atrações, incluindo ambientes sombrios, aventuras radicais, experiências culturais e atrações para toda a família. Mas o parque é apenas o começo. O projeto também inclui: Parque aquático com piscina de ondas e spa termal Três hotéis temáticos que somam 1.200 quartos Shopping de luxo Circuito de corridas e motor park Arena multifuncional para 22.500 pessoas, preparada para shows, esportes e eventos internacionais Experiência híbrida: mundo real + metaverso Um dos diferenciais mais ousados do Dracula Land é a integração com o mundo digital. O complexo terá um metaverso próprio, desenvolvido em Unreal Engine 5, totalmente sincronizado com o parque físico. Nele, usuários poderão explorar ambientes virtuais, participar de atividades exclusivas e até realizar transações usando a DraculaCoin, criptomoeda oficial do projeto. A proposta é criar uma experiência imersiva contínua, que conecta visitantes dentro e fora do mundo real. Impacto turístico e econômico Idealizado pelo empresário romeno Dragoș Dobrescu, o Dracula Land é visto como um marco para o turismo do país. As projeções impressionam: 3 milhões de visitantes por ano Mais de 5 mil empregos diretos e indiretos € 5 bilhões em receitas ao longo de 10 anos Investimento 100% privado, com apoio de parceiros internacionais Ainda não há uma data oficial de inauguração, mas o entusiasmo global já começou. E você… encararia uma visita ao parque do Drácula?
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Campos do Jordão, um dos destinos mais procurados da Serra da Mantiqueira, vai ganhar um novo atrativo especialmente voltado para as famílias. A MSP Estúdios, de Mauricio de Sousa, anunciou durante a CCXP25 a criação do Parque do Chico Bento, com abertura prevista para junho de 2027. Instalado no Morro do Elefante e ocupando uma área de 10 mil m², o futuro parque temático promete fortalecer ainda mais o turismo local. Um investimento que transforma o turismo Com R$ 40 milhões em investimentos, o Parque do Chico Bento deverá gerar mais de 100 empregos diretos e indiretos e atrair cerca de 200 mil visitantes por ano.O complexo também foi planejado com foco em sustentabilidade: será 100% acessível e abastecido por energia renovável. Como será o Parque do Chico Bento? Em entrevista ao CNN Viagem & Gastronomia, Rafael Piccin, head de live experience da MSP Estúdios, explicou que o parque foi pensado para transportar o visitante diretamente para o universo acolhedor do Chico Bento. “Estamos desenhando atrações que aproximam as pessoas do imaginário do Chico Bento, com aquele clima de roça e bom humor que sempre fizeram parte do seu DNA”, afirma Piccin. As atrações serão inclusivas e projetadas para todas as idades. O objetivo é que famílias inteiras vivam a experiência juntas — desde crianças que terão seu primeiro contato com o personagem até adultos que guardam memórias afetivas da Turma da Mônica. Por que Campos do Jordão? Segundo a MSP, a escolha foi estratégica: apesar de receber cerca de 6 milhões de turistas por ano, a cidade ainda tem poucas opções estruturadas para o público infantil.O novo parque chega justamente para preencher essa lacuna e ampliar os atrativos para famílias que visitam a região. Campos do Jordão: charme, natureza e clima romântico Localizada a 170 km de São Paulo, Campos do Jordão é o município mais alto do Brasil, a 1.628 metros de altitude. Suas temperaturas amenas, a arquitetura europeia e a gastronomia fazem da cidade um dos destinos mais românticos do país. Além do futuro Parque do Chico Bento, quem visita a cidade encontra opções clássicas como: Vila Capivari: centro turístico com restaurantes, bares e chocolaterias Parque Capivari: com teleférico e vista panorâmica Passeio de bondinho: uma das atrações mais tradicionais Trilhas, mirantes e belas paisagens para curtir o clima de montanha
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Botucatu acaba de ganhar destaque nacional: o município conquistou a 9ª colocação entre as cidades de médio porte no ranking As Melhores Cidades do Brasil 2025, divulgado pela revista Veja em parceria com a Austin Rating, uma das maiores agências de classificação de risco do país. Com um índice de 241.4938, Botucatu se posiciona entre os principais destaques do Brasil em desenvolvimento econômico, capacidade de gestão e inclusão social e digital. Um reconhecimento que reforça aquilo que muitos viajantes já sabem: a cidade é organizada, acolhedora e cheia de potencial. O estudo que avaliou mais de 5 mil cidades Para chegar ao resultado, o ranking analisou os 5.570 municípios brasileiros por meio do Índice de Inclusão Social e Digital (IISD), metodologia exclusiva da Austin Rating. O levantamento utilizou 253 indicadores, agrupados em quatro grandes pilares que ajudam a entender a força de cada cidade: Pilar FiscalAvalia a gestão dos recursos públicos, capacidade de pagamento, equilíbrio financeiro e eficiência na aplicação do orçamento. Pilar EconômicoLeva em conta renda, geração de empregos, atividades empresariais e até performance em comércio exterior. Pilar SocialEngloba temas como saúde, educação, infraestrutura urbana, habitação, juventude e projetos de responsabilidade social. Pilar DigitalAnalisa o acesso à internet, qualidade da conectividade e o quanto a população está integrada ao ambiente digital. Embora o ranking tenha divulgado as colocações gerais, não detalhou o desempenho individual de cada cidade em cada pilar — mas os dados vêm de fontes como IBGE, STN, INEP e outros órgãos oficiais. Por que Botucatu merece ser um destino na sua lista Além do reconhecimento nacional, Botucatu já atrai visitantes por seu estilo de vida equilibrado, boa estrutura urbana e cenários naturais que surpreendem. Cercada por serras, trilhas, cachoeiras e mirantes, a cidade agrada tanto quem busca turismo de aventura quanto quem prefere passeios tranquilos em meio à natureza. A combinação entre qualidade de vida, organização urbana e atrações turísticas faz com que Botucatu se consolide como um dos destinos mais interessantes do interior paulista – não apenas para morar, mas também para explorar.
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Uma praia urbana, piscina com ondas perfeitas e vista privilegiada para a Ponte Estaiada — esse é o cenário do recém-inaugurado São Paulo Surf Club, que começou a operar na quinta-feira (4) e já virou assunto entre amantes do esporte e curiosos em busca de novas experiências na capital paulista. Ondas perfeitas no coração da cidade O grande destaque do clube é sua piscina de 220 metros de extensão, equipada com tecnologia de ponta que produz ondas de até 22 segundos de duração. O suficiente para permitir manobras completas como tubos, aéreos, batidas e rasgadas — tudo isso em um ambiente totalmente controlado. A tecnologia, chamada PerfectSwell, foi criada pela empresa norte-americana American Wave Machines e possibilita ajustar altura, formato, velocidade e duração das ondas. Assim, tanto iniciantes quanto surfistas profissionais conseguem aproveitar o espaço com segurança e desempenho. Essa é a mesma tecnologia usada no Boa Vista Village Surf Club, em Porto Feliz (SP), que inaugurou em 2023 a primeira piscina de surfe da América Latina. Clube exclusivo — e milionário O São Paulo Surf Club é o primeiro clube de surfe dentro da cidade de São Paulo e seu acesso é extremamente exclusivo.Para se tornar membro, é preciso adquirir um título familiar de R$ 1,25 milhão, além de uma mensalidade que gira em torno de R$ 3,3 mil.Apesar do valor elevado, o clube já conta com lista de espera. Estrutura completa para relaxar, treinar e socializar O espaço não se resume ao surfe. A área principal conta com lounge, restaurante e bar, todos com vista para a piscina e para o skyline paulistano. Além disso, os membros têm acesso a:Praia artificial com água tratadaSpaAcademiaQuadras de tênis (duas cobertas e uma descoberta)Beach tennisPickleballSquashQuadra poliesportiva Todo o projeto arquitetônico é assinado por nomes de peso: Sig Bergamin, Murilo Lomas e o escritório PSA Arquitetura, com paisagismo da designer Maria João d'Orey. O empreendimento é da JHSF. Residencial integrado ao clube O complexo também inclui o São Paulo Surf Club Residences, um condomínio localizado em um terreno de 14 mil m², com acesso direto ao clube. Os edifícios têm fachadas com painéis ripados, jardineiras, terraços amplos e plantas que variam entre 260 m² e 870 m² — reforçando o caráter sofisticado e exclusivo do projeto.
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As taxas de turismo já fazem parte da experiência de viajar pelo Brasil — e a tendência é que se tornem cada vez mais comuns. Criadas para financiar a conservação ambiental e organizar o fluxo de visitantes, elas surgiram em destinos isolados, mas hoje se consolidam como uma política nacional para quem busca turismo sustentável. De Fernando de Noronha a Ubatuba, passando por paraísos como Jericoacoara e Morro de São Paulo, muitos lugares já cobram valores que ajudam a manter praias, trilhas e parques preservados. E a lista deve crescer nos próximos anos. O que são as taxas de turismo? As cobranças recebem diferentes nomes — TPA (Taxa de Preservação Ambiental), TTS (Taxa de Turismo Sustentável) ou TCA (Taxa de Conservação Ambiental) — mas têm o mesmo objetivo: financiar a preservação ambientalmanter a infraestrutura turísticaregular a quantidade de visitantesreforçar serviços como limpeza, segurança e sinalização Legalizadas por leis municipais, essas taxas podem ser cobradas por pessoa, por veículo ou por diária, e em muitos lugares já é possível pagar antecipadamente pela internet. Destinos famosos no Brasil que já cobram taxas A seguir, um panorama atualizado dos principais destinos turísticos que adotaram algum tipo de cobrança. Fernando de Noronha (PE) Pioneira no Brasil, a Taxa de Preservação Ambiental existe desde 1989.Valor: R$ 101,33 por dia, por pessoaValidade: diáriaComo pagar: online antes do embarque ou na chegadaO recurso ajuda no controle do fluxo de turistas e na conservação do arquipélago. Jericoacoara (CE) Desde 2017, o destino cobra a TTS administrada pelo município de Jijoca.Valor: R$ 41,50 por visitante (válido por 10 dias)Isentos: crianças até 12 anos, idosos 60+, PCDs e moradoresComo pagar: site da prefeituraSe exceder o período, é preciso gerar uma nova taxa. Alto Paraíso de Goiás (GO) – Chapada dos Veadeiros A TCA está ativa desde 2024.Valor: R$ 20 para até 7 diasPagamento: online; gera QR code para apresentar nas entradasIsenção: idosos, pesquisadores e PCDs Morro de São Paulo (BA) A TUPA é obrigatória a todos os visitantes.Valor: R$ 50 por pessoa (válido por 30 dias)Como pagar: online ou na chegadaO dinheiro financia limpeza urbana, coleta de resíduos e preservação ambiental. Santo Amaro do Maranhão (MA) – Lençóis Maranhenses A TTS é cobrada desde 2023.Valor: R$ 10 por pessoa (válido por 3 dias)Onde pagar: postos na entrada da cidade ou secretaria de turismoIsentos: idosos, PCDs, menores de 12 anos e moradores Bombinhas (SC) Uma das taxas mais conhecidas do país, aplicada apenas a veículos na alta temporada.Período: 15/11 a 15/04Valores:Carros: R$ 38Utilitários: R$ 57Motos: R$ 4,50Como pagar: online ou postos credenciados Ubatuba (SP) A TPA também é cobrada de veículos.Valor:Carros: R$ 13,73Motos: R$ 3,69Ônibus: R$ 97,14Cobrança: eletrônicaFinalidade: preservação e manutenção da infraestrutura Destinos que devem implementar taxas nos próximos anos Além dos locais onde a cobrança já está ativa, novos municípios avançam na regulamentação: Ilhabela (SP) A TPA será retomada em dezembro de 2025.Valor previsto: R$ 48 para veículos de passeio Campos do Jordão (SP) O projeto de lei para taxa ambiental já foi aprovado na Câmara; aguarda sanção.Previsão de início: segundo semestre de 2026Abrangência: veículos com placas de outros municípios Aparecida do Norte (SP) Um dos principais destinos de turismo religioso do país estuda criar uma taxa turística.Objetivo: reforçar a infraestrutura durante romarias e grandes eventos Por que essas taxas estão se expandindo? A adoção crescente dessas cobranças está diretamente ligada a três fatores:sustentabilidade ambiental — garantir que a natureza aguente a pressão do turismomanutenção urbana — limpeza, segurança, transporte e sinalizaçãocontrole de fluxo — evitar superlotação e danos ao ecossistemaCom o aumento do turismo doméstico e internacional, essa política vem sendo vista como uma ferramenta eficiente para equilibrar preservação, qualidade da experiência e impacto econômico. Vale a pena se planejar Para evitar surpresas, o ideal é verificar a existência de taxas antes de viajar, especialmente para destinos de natureza. Muitos municípios têm sistemas online que facilitam o pagamento antecipado — e isso pode agilizar sua entrada no destino.
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