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Ataque a sistemas de refrigeração ameaça estoques de plasma em três instalações francesas. Alarmes detectaram a invasão a tempo de evitar perdas. Um ataque hacker contra sistemas de refrigeração de instalações ligadas ao serviço nacional de sangue da França acendeu um alerta sobre a vulnerabilidade de estruturas essenciais diante das ameaças cibernéticas. O episódio aconteceu na segunda-feira, 2 de novembro, e atingiu três unidades regionais do Établissement Français du Sang (EFS), organização pública responsável pela coleta, processamento e distribuição de produtos sanguíneos no país. Os invasores conseguiram interferir nos sistemas de monitoramento e controle das câmaras frias, alterando os parâmetros de temperatura e descongelamento. Segundo informações divulgadas pela imprensa francesa, os hackers tentaram modificar a temperatura habitual de aproximadamente -30°C para até 110°C. A informação sobre os 110°C foi publicada pelo jornal francês Le Canard Enchaîné, mas o EFS não confirmou oficialmente esse valor exato. Alarmes evitaram uma tragédia As câmaras armazenavam bolsas de plasma destinadas a transfusões, além de material utilizado na fabricação de medicamentos. A alteração dos parâmetros poderia comprometer completamente esses produtos. Felizmente, os sistemas de monitoramento e alarme identificaram rapidamente as anomalias, permitindo que as equipes técnicas interviessem antes que qualquer material fosse perdido. Como medida preventiva, os produtos armazenados nas câmaras afetadas foram transferidos para outras instalações ou protegidos de possíveis danos. Em comunicado, o EFS informou que não houve perda de produtos sanguíneos, amostras comprometidas ou consequências para a saúde. As operações de coleta e distribuição continuaram normalmente. O alvo foi uma empresa terceirizada Um detalhe importante da investigação é que o serviço francês de sangue não foi diretamente invadido. O ataque atingiu um fornecedor de equipamentos de refrigeração que prestava serviços às instalações do EFS. A empresa Coolworld confirmou a ocorrência de um incidente de segurança envolvendo um componente de terceiros utilizado em seus sistemas de monitoramento remoto. A empresa afirmou que a vulnerabilidade estava relacionada a um componente fora de seu controle direto e que estava tomando providências para solucionar o problema. O caso evidencia um risco cada vez mais discutido na área de segurança digital: mesmo quando uma organização possui sistemas próprios de proteção, uma falha em um fornecedor ou parceiro pode abrir caminho para ataques à sua infraestrutura. Uma onda de ataques contra refrigeradores na Europa O episódio francês acontece em meio a uma sequência de ataques cibernéticos contra sistemas de refrigeração em diferentes países europeus. Nas semanas anteriores, supermercados e estabelecimentos comerciais também foram atingidos por invasões que alteraram remotamente a temperatura de geladeiras e freezers. Em outubro, centenas de estabelecimentos na França foram afetados por ataques semelhantes, provocando perdas de alimentos e prejuízos financeiros. Já no início de novembro, novos episódios foram registrados em países como Bélgica, Alemanha, Irlanda, Suécia, Países Baixos, Finlândia e outros mercados europeus. Em alguns casos, alimentos refrigerados e congelados precisaram ser descartados depois que os equipamentos perderam o controle da temperatura. Embora os episódios apresentem características semelhantes, ainda não há confirmação de que todos tenham sido realizados pelos mesmos responsáveis. Quem está por trás dos ataques? Até o momento, as autoridades francesas não identificaram os responsáveis pelo ataque às instalações de armazenamento de sangue. A Agência Nacional de Segurança dos Sistemas de Informação da França (ANSSI) e o Ministério da Saúde estão investigando o caso, tentando esclarecer como os invasores conseguiram acessar os sistemas e quais vulnerabilidades foram exploradas. O episódio também levanta uma preocupação maior: equipamentos industriais conectados à internet, utilizados para controlar refrigeração, energia e outras funções essenciais, podem se tornar alvos de criminosos digitais. Quando um ataque hacker consegue interferir na conservação de alimentos, já é preocupante. Quando o alvo passa a ser o armazenamento de produtos essenciais para a saúde, a dimensão do problema é ainda maior. A boa notícia é que, desta vez, os alarmes funcionaram e as equipes conseguiram agir antes que o ataque provocasse perdas. Mas o episódio deixa uma pergunta importante: quantas outras estruturas essenciais podem estar vulneráveis a esse tipo de invasão?
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Uma declaração de Viktor Medvedchuk, oligarca ucraniano próximo do presidente russo Vladimir Putin, acendeu um alerta na Península Ibérica. O político pró-russo acusou Portugal e Espanha de colaborarem com a Ucrânia no desenvolvimento de mísseis, drones de ataque e outras tecnologias militares. Mais grave: afirmou que as indústrias envolvidas poderão se tornar "alvos legítimos" de ataques de retaliação russos. A declaração foi publicada em 29 de outubro de 2026, em um artigo no portal oficial do movimento Outra Ucrânia, organização liderada pelo próprio Medvedchuk. O que Portugal e Espanha estariam fazendo? Segundo Medvedchuk, empresas portuguesas e espanholas estariam desenvolvendo projetos conjuntos com fabricantes ucranianos nas áreas de:Tecnologia e sistemas de mísseis;Drones de ataque;Sistemas de navegação;Outras tecnologias e equipamentos militares. O oligarca afirma que essas iniciativas estariam recebendo recursos públicos e que os equipamentos produzidos seriam utilizados em operações contra o território russo. Ele também classificou como "terroristas" os ataques ucranianos em território russo e argumentou que a aproximação entre as indústrias militares ibéricas e ucranianas seria perigosa e contrária aos interesses das populações portuguesa e espanhola. Mas existe um detalhe importante: Medvedchuk não apresentou publicamente provas das acusações, não identificou quais empresas estariam envolvidas e tampouco mencionou contratos ou instalações específicas. A ameaça de retaliação russa O trecho mais preocupante da declaração é justamente o que envolve possíveis ataques. Medvedchuk afirmou que a transformação de empresas portuguesas e espanholas em bases de produção de mísseis e drones ucranianos poderia fazer dessas indústrias "alvos legítimos" para ataques de retaliação russos. A declaração representa uma escalada no tom das ameaças contra países europeus que apoiam militarmente Kiev. É importante ressaltar, entretanto, que a ameaça partiu de Medvedchuk, e não foi apresentada como um comunicado oficial do governo russo ou uma confirmação de que Moscou tenha decidido atacar instalações na Península Ibérica. Quem é Viktor Medvedchuk, o chamado "compadre de Putin"? Viktor Medvedchuk é um dos nomes mais conhecidos da política ucraniana pró-Rússia. Sua proximidade com Vladimir Putin vai além das relações políticas: o presidente russo é padrinho de uma das filhas do oligarca, em uma cerimônia realizada em São Petersburgo. Medvedchuk ocupou o cargo de chefe da Administração Presidencial da Ucrânia entre 2002 e 2004 e, durante anos, trabalhou para aproximar politicamente e economicamente Kiev de Moscou. Em 2012, criou a organização Escolha Ucraniana, que defendia a entrada da Ucrânia na União Aduaneira liderada pela Rússia, em oposição à aproximação com a União Europeia. Também foi fundador do partido Plataforma de Oposição – Pela Vida, uma das principais forças políticas pró-russas da Ucrânia. Após a invasão russa em fevereiro de 2022, Medvedchuk foi detido pelo Serviço de Segurança da Ucrânia. Em setembro daquele ano, acabou entregue à Rússia em uma troca de prisioneiros. Desde então, vive em território russo e lidera o movimento Outra Ucrânia, que mantém uma posição alinhada aos interesses de Moscou. Por que Portugal e Espanha entraram nessa história? A escolha dos dois países não parece casual. Em seu artigo, Medvedchuk também menciona problemas internos da Península Ibérica, como a crise habitacional e o aumento do custo de vida, argumentando que os governos estariam priorizando a cooperação militar com a Ucrânia enquanto suas populações enfrentam dificuldades econômicas. A estratégia é associar o apoio militar a Kiev aos problemas cotidianos dos cidadãos, questionando os custos e os riscos dessa colaboração. O episódio também chama atenção porque amplia o alcance das tensões entre Rússia e países europeus. A guerra na Ucrânia já ultrapassou há muito tempo as fronteiras do campo de batalha, envolvendo sanções econômicas, disputas diplomáticas, segurança energética e investimentos na indústria de defesa. Agora, a possibilidade de instalações industriais em países da União Europeia serem mencionadas como potenciais alvos acrescenta mais um elemento de preocupação. O que se sabe até agora? Até o momento da publicação desta notícia, as acusações de Medvedchuk não vieram acompanhadas de evidências públicas que permitam confirmar quais empresas ou projetos estariam envolvidos. Também não houve, nas informações divulgadas sobre o episódio, uma confirmação de que o governo russo tenha adotado oficialmente essa ameaça. Ainda assim, o episódio merece atenção. Portugal e Espanha são integrantes da União Europeia e da OTAN, e qualquer ataque russo contra instalações em seus territórios teria consequências diplomáticas e de segurança muito mais amplas. Uma declaração que poderia parecer apenas mais uma provocação política ganha outra dimensão quando envolve a possibilidade de ataques contra instalações industriais dentro da Europa. A guerra na Ucrânia continua produzindo reflexos muito além de suas fronteiras, e a Península Ibérica acaba de entrar no centro de mais um capítulo dessa tensão.
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Um dos maiores bancos digitais do Paraguai entrou em processo de resolução após apresentar graves problemas financeiros. A crise deixou milhões de correntistas sem acesso às suas contas, provocou protestos nas ruas e desencadeou uma turbulência política que chegou ao governo do presidente Santiago Peña. O Paraguai enfrenta uma de suas maiores crises bancárias dos últimos anos. Em 2 de novembro de 2026, o Banco Central do Paraguai (BCP) decidiu iniciar um procedimento de resolução do Ueno Bank, uma das instituições financeiras digitais mais populares do país. A medida foi tomada depois que o banco apresentou um índice de solvência inferior à metade do mínimo exigido pela legislação. Na prática, a instituição passou a enfrentar uma situação financeira considerada grave, levando as autoridades a assumir o controle do processo para preservar os ativos e proteger os depositantes. O impacto foi imediato: aproximadamente 2,9 milhões de clientes ficaram sem conseguir movimentar o dinheiro mantido no banco. O número representa cerca de 60% da população adulta paraguaia. A situação provocou indignação, filas, protestos e uma série de questionamentos sobre a gestão da instituição e suas ligações políticas. O que aconteceu com o Ueno Bank? O Ueno Bank cresceu rapidamente no mercado paraguaio, tornando-se uma das principais referências em serviços bancários digitais do país. Entretanto, durante um processo de fiscalização e regularização de suas demonstrações financeiras, o Banco Central identificou uma deterioração significativa nos indicadores de capital da instituição. Segundo o comunicado oficial do BCP, o índice de solvência caiu para menos de 50% do mínimo exigido por lei. Diante da gravidade da situação, o órgão regulador decidiu iniciar o chamado procedimento de resolução, mecanismo previsto na legislação paraguaia para lidar com instituições financeiras em dificuldades. Com a decisão, os clientes ficaram temporariamente impossibilitados de realizar saques e transferências, enquanto as autoridades passaram a avaliar a situação patrimonial do banco e as medidas necessárias para o pagamento dos depósitos. O Banco Central afirmou que a intervenção busca proteger os clientes e evitar que o problema comprometa a estabilidade de todo o sistema financeiro paraguaio. Quase 3 milhões de clientes sem acesso ao dinheiro Um dos aspectos mais preocupantes da crise é a quantidade de pessoas afetadas. O Ueno Bank informa que atende aproximadamente 3 milhões de clientes, o que significa que uma parcela expressiva da população adulta do Paraguai utilizava seus serviços. Com o bloqueio das operações, milhares de pessoas ficaram sem acesso às próprias economias, gerando revolta e manifestações em frente às agências da instituição. A situação também levantou preocupações entre aposentados e beneficiários de recursos públicos, já que o banco administrava quantias expressivas provenientes de órgãos e fundos estatais. O dinheiro dos clientes está protegido? Essa é, naturalmente, uma das maiores preocupações dos correntistas. O Paraguai possui um Fundo de Garantia de Depósitos (FGD), que assegura valores de até 75 salários mínimos mensais, equivalentes a aproximadamente 228,3 milhões de guaranis, ou cerca de US$ 38 mil por pessoa, por instituição financeira. De acordo com estimativas divulgadas pelas autoridades, essa cobertura deve proteger integralmente os depósitos de aproximadamente 97% dos clientes do Ueno Bank. O Banco Central também anunciou um primeiro pagamento de até 10 milhões de guaranis aos depositantes, com recursos do fundo garantidor. Os valores restantes, quando houver, deverão seguir um calendário de pagamentos a ser divulgado pelas autoridades. Isso significa que a maioria dos pequenos depositantes deverá ter seus recursos protegidos, embora o processo de devolução não seja necessariamente imediato. Já os clientes com valores superiores ao limite garantido poderão enfrentar um processo mais complexo para recuperar a totalidade do dinheiro. Prisões e investigação por suspeita de fraude A crise financeira também ganhou uma dimensão policial. Oito dirigentes e ex-dirigentes do Ueno Bank foram detidos no Paraguai, incluindo nomes da alta administração da instituição. As investigações apuram possíveis irregularidades financeiras, suspeitas de fraude, gestão indevida e outras condutas relacionadas à administração do banco. É importante destacar que as detenções fazem parte de uma investigação e não representam, por si só, uma condenação dos envolvidos. A crise chegou ao governo paraguaio O caso também provocou uma forte repercussão política por causa das relações entre o banco, seus controladores e o presidente do Paraguai, Santiago Peña. O Ueno Bank pertence ao Grupo Vázquez, conglomerado empresarial do qual Peña foi sócio até março de 2025. A relação passou a ser questionada pela oposição, que levantou suspeitas de possíveis conflitos de interesse e cobrou explicações sobre a proximidade entre os envolvidos. A crise também atingiu Carlos Carvallo, presidente do Banco Central do Paraguai, que apresentou sua renúncia em meio à repercussão do caso. A oposição intensificou as cobranças contra o governo e parlamentares chegaram a apresentar pedidos de impeachment de Santiago Peña. O episódio deixou de ser apenas uma questão bancária e se transformou em uma crise política de grandes proporções. O sistema financeiro paraguaio está em risco? Apesar da gravidade do episódio, o Banco Central do Paraguai afirmou que o caso é específico do Ueno Bank e não representa uma crise generalizada do sistema financeiro nacional. A situação, entretanto, coloca em evidência questões importantes sobre fiscalização bancária, concessão de crédito, transparência financeira e relacionamento entre instituições privadas e recursos públicos. O caso também chama atenção para a velocidade com que uma instituição financeira digital pode crescer e conquistar milhões de clientes, mas enfrentar dificuldades capazes de afetar uma parcela enorme da população. O procedimento de resolução ainda deverá definir como serão preservados os ativos, realizados os pagamentos e apuradas as responsabilidades. Uma crise que vai além de um banco O episódio do Ueno Bank mostra como problemas de gestão e fragilidades financeiras podem ultrapassar os limites de uma instituição e atingir diretamente a população, o mercado e até a estabilidade política de um país. Para quase 3 milhões de pessoas, a preocupação imediata é recuperar o acesso ao próprio dinheiro. Para o Paraguai, o desafio é recuperar a confiança no sistema bancário e esclarecer como uma instituição de tamanha dimensão chegou a uma situação tão delicada. E fica uma pergunta importante: até que ponto os clientes conseguem confiar na segurança de seus depósitos quando uma instituição financeira pode passar por uma intervenção e bloquear o acesso às contas de milhões de pessoas?
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Termas dos Laranjais, em Olímpia (SP), recebeu 1,95 milhão de visitantes em 2025 e conquistou posição de destaque no ranking mundial. Outros dois parques brasileiros também aparecem entre os 20 maiores do planeta. O Brasil ganhou ainda mais destaque no cenário internacional do turismo de lazer. Em 2025, o parque aquático Termas dos Laranjais, localizado em Olímpia, no interior de São Paulo, recebeu 1,95 milhão de visitantes e alcançou a terceira posição entre os parques aquáticos mais visitados do mundo, empatando com o Therme Erding, da Alemanha. O resultado chama a atenção por colocar uma atração brasileira à frente de diversos complexos internacionais, incluindo os dois parques aquáticos da Disney que aparecem no ranking mundial. Olímpia no mapa mundial dos parques aquáticos Conhecida como um dos principais destinos brasileiros para viagens em família, Olímpia vem consolidando sua reputação no turismo de lazer. O desempenho do Termas dos Laranjais reforça a importância da cidade paulista no setor e demonstra a força dos parques aquáticos brasileiros na atração de visitantes. O complexo é conhecido por suas piscinas de águas quentes, toboáguas e diversas atrações voltadas para diferentes faixas etárias. Sua estrutura faz parte dos principais atrativos turísticos da região, que recebe visitantes de várias partes do Brasil ao longo do ano. A marca de 1,95 milhão de visitas em um único ano coloca o parque em evidência no mercado internacional e mostra que o Brasil tem atrações capazes de competir com destinos tradicionais do turismo de entretenimento. Brasil tem outros dois parques entre os maiores do mundo O destaque brasileiro não se limita ao Termas dos Laranjais. Outros dois empreendimentos nacionais também figuram entre os 20 parques aquáticos mais visitados do planeta:Hot Park, em Rio Quente, Goiás, conhecido por suas águas naturalmente quentes e atrações integradas à natureza.Hot Beach, também localizado em Olímpia, São Paulo, que amplia a oferta de lazer e entretenimento da cidade. A presença dos três empreendimentos no ranking evidencia a relevância do mercado brasileiro de parques aquáticos e a capacidade dessas atrações de movimentar o turismo regional. Um destino para colocar no roteiro Para quem gosta de viagens que combinam diversão, descanso e atividades para toda a família, Olímpia merece atenção. Além do Termas dos Laranjais e do Hot Beach, a cidade conta com uma rede de hospedagem, restaurantes e serviços turísticos que ajudam a compor uma viagem completa. O resultado de 2025 também reforça o potencial do turismo nacional: não é preciso viajar para os Estados Unidos ou para a Europa para encontrar parques aquáticos de grande porte e reconhecimento internacional. E você, já visitou algum desses parques brasileiros? Com atrações que conquistam milhões de visitantes, o Brasil mostra que também é um destino de peso quando o assunto é diversão aquática.
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Tragédia aconteceu em Atlanta, nos Estados Unidos, e testemunhas relataram a queda de um visitante da montanha-russa Goliath. Empresa suspendeu temporariamente atrações semelhantes em outros parques. Uma tragédia marcou a segunda-feira, 12 de outubro de 2026, no parque de diversões Six Flags Over Georgia, localizado nos arredores de Atlanta, nos Estados Unidos. Uma pessoa morreu e várias outras ficaram feridas após um incidente envolvendo uma montanha-russa. Testemunhas relataram ter visto um homem cair da atração Goliath, embora as autoridades ainda não tenham esclarecido oficialmente todos os detalhes do ocorrido. O caso está sendo investigado pela Unidade de Crimes Graves da Polícia do Condado de Cobb. Enquanto isso, a rede Six Flags anunciou o fechamento temporário de atrações semelhantes em outros parques norte-americanos, como medida de precaução. O que aconteceu na montanha-russa Goliath? O incidente aconteceu pouco antes das 16h, no horário local. Segundo informações divulgadas por autoridades, uma pessoa morreu e outros visitantes ficaram feridos. Até o momento, não foram esclarecidas oficialmente as circunstâncias da queda nem a relação exata entre os ferimentos registrados e o acidente. Testemunhas ouvidas pela emissora WXIA, afiliada da NBC em Atlanta, afirmaram ter visto um homem sair de seu assento durante o percurso da Goliath e atingir partes da própria estrutura da montanha-russa antes de chegar ao chão. Logan Conner, que estava na atração com seu noivo, relatou ter visto o homem perder contato com o assento. Segundo seu depoimento, os dois chegaram a trocar olhares durante o episódio. As imagens registradas no parque mostraram passageiros sendo retirados da montanha-russa depois que o brinquedo parou durante o percurso. Alguns visitantes precisaram ser evacuados por uma escada de emergência instalada na estrutura. É importante ressaltar que os relatos das testemunhas ainda não substituem as conclusões da investigação oficial. A causa do acidente e as circunstâncias que levaram à queda permanecem sob apuração. Como é a Goliath, uma das atrações mais impressionantes do parque? Inaugurada em 2006, a Goliath foi projetada e construída pela empresa suíça Bolliger & Mabillard, conhecida mundialmente pelo desenvolvimento de montanhas-russas de grande porte. A atração tem uma queda de aproximadamente 60 metros, equivalente a mais de 200 pés, e integra a categoria conhecida como hyper coaster, classificação geralmente associada a montanhas-russas com grande altura e quedas intensas. A Goliath é uma das atrações de destaque do Six Flags Over Georgia justamente pela combinação de altura, velocidade e sensação de exposição durante o percurso. Nossa experiência em Atlanta Estivemos em Atlanta em 2019 e, claro, visitar os parques de diversões foi um dos nossos passeios favoritos. Na ocasião, fomos ao Six Flags Over Georgia e conhecemos a Goliath. Quem gosta de parques sabe que parte da emoção dessas atrações está justamente na sensação de estar tão próximo do percurso, da altura e da velocidade. Na Goliath, essa impressão é especialmente marcante: a dimensão da estrutura e a intensidade da experiência tornam tudo muito próximo e, ao mesmo tempo, assustador. É aquele tipo de brinquedo que provoca uma mistura de adrenalina, entusiasmo e frio na barriga. Mesmo para quem gosta de montanhas-russas, a experiência impressiona pela escala da atração e pela sensação de estar completamente exposto à altura. Por isso, receber uma notícia como essa causa um impacto ainda maior quando já estivemos naquele lugar e conhecemos, mesmo que como visitantes, a dimensão da experiência. Nosso relato, naturalmente, é sobre a visita de 2019, muito anterior ao acidente. Não temos informações que permitam relacionar nossa experiência à ocorrência atual ou tirar conclusões sobre suas causas. Six Flags fecha atrações semelhantes em outros parques Após o acidente, a Six Flags informou que decidiu suspender temporariamente o funcionamento de montanhas-russas semelhantes em outras unidades da América do Norte, por precaução. Entre as atrações mencionadas nos comunicados e nas reportagens sobre o caso estão:Raging Bull, no Six Flags Great America;Goliath, no Six Flags Magic Mountain;Nitro, no Six Flags Great Adventure;Leviathan e Behemoth, no Canada's Wonderland;Fury 325 e Thunder Striker, no Carowinds;Orion e Diamondback, no Kings Island. A medida preventiva não significa, por si só, que essas atrações apresentem o mesmo problema ou que tenham sido identificadas falhas em todas elas. O fechamento temporário busca permitir cautela enquanto as circunstâncias do acidente são investigadas. A empresa declarou estar profundamente entristecida com o ocorrido e apresentou condolências à família, aos amigos e às pessoas próximas da vítima. Também informou que está oferecendo apoio aos visitantes e funcionários afetados pelo episódio. Até o momento das primeiras notícias, não havia sido divulgado um prazo definitivo para a retomada das atrações suspensas. O caso reacende o debate sobre segurança em parques de diversões O acidente acontece em um momento em que a Six Flags também enfrenta questionamentos relacionados à segurança de outras atrações. Em setembro, a empresa foi alvo de processos judiciais envolvendo a montanha-russa X2, do Six Flags Magic Mountain, na Califórnia. Autores das ações alegaram ter sofrido lesões cerebrais após utilizar o brinquedo, conhecido por seus assentos giratórios e movimentos intensos. A X2 estava fechada desde 12 de julho. Em comunicado divulgado em setembro, a administração do parque afirmou que a decisão de desativar a atração era a medida adequada diante da perda de confiança dos visitantes na segurança do brinquedo. Essas ações judiciais constituem um caso separado e não comprovam qualquer relação com o acidente ocorrido na Geórgia. Ainda assim, os episódios reforçam a importância da manutenção dos equipamentos, da fiscalização e da investigação rigorosa sempre que acontece uma ocorrência grave. A investigação continua A Polícia do Condado de Cobb segue investigando o caso para esclarecer o que aconteceu na Goliath. Até que os resultados sejam divulgados, não é possível afirmar o que provocou a queda nem se houve falha mecânica, problema no sistema de retenção ou qualquer outra circunstância específica. O episódio deixa uma comunidade de visitantes e funcionários abalada e levanta questionamentos sobre uma atividade que, para milhões de pessoas, representa diversão, adrenalina e momentos especiais durante as férias. Para nós, que estivemos no Six Flags Over Georgia em 2019 e experimentamos a emoção da Goliath, a notícia tem um significado particularmente triste. Esperamos que a investigação esclareça as circunstâncias do acidente e que a família da vítima encontre amparo neste momento difícil.
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Gastronomia
A famosa rede americana de hambúrgueres está a caminho do Brasil Os fãs de hambúrgueres terão mais uma novidade para colocar na lista de lugares para conhecer. A Shake Shack, uma das redes americanas mais conhecidas de fast-food premium, anunciou sua chegada ao Brasil, com a previsão de inaugurar sua primeira unidade no país no primeiro semestre de 2027, em São Paulo. A operação brasileira será realizada em parceria com a BOLD, holding responsável por marcas como Outback, Abbraccio e Aussie. A empresa será a master-franqueada da Shake Shack no país e ficará responsável pelos investimentos, implantação e administração dos restaurantes. E a chegada não deve parar na primeira unidade. Meta de pelo menos 40 restaurantes O acordo prevê a abertura de ao menos 40 restaurantes da Shake Shack no Brasil até 2036. A expectativa da BOLD, no entanto, é ainda mais ambiciosa. Segundo a empresa, o potencial da marca no mercado brasileiro pode ser muito maior, chegando a centenas de restaurantes nos próximos anos, caso a operação alcance os resultados esperados. A escolha de São Paulo para receber a primeira unidade não é uma surpresa. A cidade concentra um dos maiores mercados consumidores do país e também é conhecida pela forte presença de redes internacionais e pelo público interessado em novas experiências gastronômicas. Shake Shack vai disputar o mercado de hambúrguer premium A entrada da marca acontece em um segmento que já conta com concorrentes brasileiros bastante conhecidos.A Shake Shack chega para disputar espaço principalmente com redes como Madero e Cabana Burger, que também trabalham com uma proposta de hambúrgueres de maior qualidade e uma experiência que vai além do tradicional fast-food.Criada em Nova York, a Shake Shack ficou conhecida pelos seus hambúrgueres, batatas fritas e milk-shakes, além de uma identidade visual bastante característica.A marca também ganhou fama internacional entre turistas que visitam cidades como Nova York e Londres e acabam incluindo uma parada em uma de suas unidades no roteiro. Uma marca que já é conhecida pelos brasileirosUm dos fatores que chamou a atenção da BOLD foi justamente o reconhecimento da Shake Shack no Brasil. Uma pesquisa realizada com 4 mil consumidores brasileiros apontou um alto nível de conhecimento da marca, mesmo antes de sua chegada oficial ao país. Isso pode ser explicado, em parte, pela presença internacional da rede e pela popularidade de seus restaurantes entre brasileiros que viajam para os Estados Unidos e outros destinos onde a Shake Shack já está presente. Ou seja: a empresa chega ao Brasil sem precisar necessariamente construir sua marca do zero. Estratégia de expansão da BOLD A parceria também faz parte da estratégia da BOLD de trabalhar com diferentes marcas dentro de seu portfólio, formando uma espécie de "house of brands". Além da chegada da Shake Shack, a holding administra operações de marcas já conhecidas no mercado brasileiro, como Outback, Abbraccio e Aussie. A companhia prevê faturamento de R$ 3,5 bilhões em 2026, impulsionado pelo crescimento de suas diferentes operações. Quando poderemos experimentar a Shake Shack no Brasil? A previsão atual é que a primeira unidade brasileira seja inaugurada em São Paulo no primeiro semestre de 2027. Ainda não foram divulgados todos os detalhes sobre o endereço da primeira loja ou o cardápio específico que será oferecido no Brasil. A chegada, porém, já cria expectativa entre os fãs da rede, especialmente aqueles que conheceram a Shake Shack durante viagens internacionais. E se a expansão seguir o planejamento anunciado, o hambúrguer que hoje muitos brasileiros só conseguem experimentar durante uma viagem ao exterior poderá se tornar uma opção cada vez mais comum nas cidades brasileiras. Agora resta esperar até 2027 para descobrir se a fama internacional da Shake Shack vai conquistar de vez o paladar brasileiro.
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Washington, D.C. acaba de ganhar uma nova atração que promete entrar no roteiro dos turistas que visitam a capital dos Estados Unidos. O National Geographic Museum of Exploration, ou Museu de Exploração da National Geographic, abriu suas portas com uma proposta completamente diferente dos museus tradicionais: colocar o visitante no papel de um verdadeiro explorador. São aproximadamente 9.300 metros quadrados de espaços interativos e multimídia, onde é possível conhecer expedições ao Monte Everest, observar milhares de retratos de animais, mergulhar na história da fotografia da National Geographic e viver experiências imersivas que transportam o público para diferentes lugares do planeta. E tudo isso a poucos quarteirões da Casa Branca. Um museu de US$ 300 milhões em Washington O novo Museu de Exploração da National Geographic ocupa o espaço do antigo museu da instituição, fechado em 2023. O complexo recebeu um investimento estimado em US$ 300 milhões, cerca de R$ 1,5 bilhão, e foi criado para apresentar ao público o trabalho dos exploradores, cientistas, fotógrafos, ambientalistas e educadores apoiados pela National Geographic Society. Fundada em 1888, a instituição ficou mundialmente conhecida principalmente por sua icônica revista de bordas amarelas. Mas a história da National Geographic vai muito além das páginas da publicação. Ao longo de mais de um século, a organização apoiou milhares de exploradores e projetos científicos em diferentes partes do mundo. Uma experiência que começa antes mesmo de entrar A experiência já começa no pátio do museu. Estátuas de animais selvagens em tamanho real estão espalhadas pelo espaço. Entre elas, uma onça-pintada perseguindo uma capivara, um pinguim cuidando de seu filhote e até um abutre. Ao entrar no museu, enormes paredes curvas ganham vida com imagens de geleiras, profundezas dos oceanos e comunidades de regiões remotas do planeta. Uma grande claraboia circular permite a entrada da luz natural e ajuda a criar uma atmosfera completamente diferente dos museus tradicionais. Mais de um século de fotografias da National Geographic A fotografia sempre foi uma das marcas mais importantes da National Geographic. Por isso, o primeiro andar do museu é praticamente uma viagem pela história da fotografia documental. Os visitantes podem explorar um enorme painel digital com as capas das revistas publicadas ao longo das décadas. Também é possível acompanhar como uma reportagem da National Geographic é produzida, desde o trabalho de campo até a publicação final. A exposição In Focus reúne algumas das imagens mais marcantes da história da revista. Entre elas estão registros pioneiros da vida selvagem durante a noite e fotografias que documentaram momentos históricos ligados à conservação dos animais. Uma galeria com milhares de animais Um dos espaços mais impressionantes do museu é o Photo Ark: Animals of Earth. A experiência acontece em uma galeria imersiva de 360 graus que apresenta o trabalho do fotógrafo Joel Sartore. Seu objetivo é ambicioso: fotografar todas as espécies que vivem sob cuidados humanos ao redor do mundo. Mais de 18 mil animais já foram documentados pelo projeto. Os enormes retratos aparecem nas paredes da sala, permitindo que os visitantes observem os animais praticamente olho no olho. A proposta é criar uma conexão emocional entre o público e as espécies ameaçadas do planeta. Crianças entram em uma passagem secreta As crianças também ganharam uma área especial dentro do museu. Uma estante aparentemente comum se abre e revela uma passagem secreta para espaços de aprendizagem. Entre eles está o Geoverse, um teatro imersivo de 270 graus. As projeções transportam os visitantes para lugares como as florestas nubladas do Peru e os desertos da Austrália. A ideia é transformar ciência e exploração em uma experiência divertida para crianças e famílias. Você pode acompanhar uma expedição ao Monte Everest No andar superior, o Rolex Explorers Landing apresenta algumas das expedições mais ambiciosas apoiadas pela National Geographic. Mapas interativos permitem acompanhar rotas de pesquisadores ao redor do mundo. Entre os projetos apresentados está a expedição de 2019 que instalou uma estação meteorológica próxima ao cume do Monte Everest. Os visitantes também podem acompanhar pesquisas realizadas no Delta do Okavango, no sul da África, e expedições que buscam mapear os cursos d'água da Amazônia, dos Andes ao Oceano Atlântico. Equipamentos reais usados por exploradores O museu também reúne objetos ligados às grandes expedições. Entre eles estão binóculos utilizados pelo explorador Steve Boyes durante pesquisas no Delta do Okavango. Outro destaque é um mokoro, tradicional canoa escavada em um tronco de árvore, utilizada em milhares de quilômetros de exploração pela região africana. Também está exposta uma réplica do famoso traje JIM, equipamento de mergulho pressurizado utilizado pela oceanógrafa Sylvia Earle. No final da década de 1970, ela utilizou o traje para alcançar uma profundidade de 381 metros. O museu ganha vida depois do anoitecer Quando a noite chega, o Museu de Exploração da National Geographic reserva uma última surpresa. A fachada do prédio se transforma em uma enorme tela de projeção. Peixes parecem nadar sobre as pedras do pátio, pinguins virtuais flutuam pelo espaço e enormes baleias deslizam pela fachada do edifício. A experiência transforma completamente o ambiente e cria um espetáculo visual no coração de Washington. Vale a pena incluir no roteiro de Washington? Para quem gosta de viagens, natureza, fotografia e ciência, o novo Museu de Exploração da National Geographic promete ser uma das atrações mais interessantes de Washington. Mais do que simplesmente observar objetos em vitrines, a proposta é fazer o visitante experimentar o mundo pela perspectiva dos exploradores. É o tipo de lugar que pode agradar tanto adultos quanto crianças e que facilmente ocupa algumas horas do roteiro. - National Geographic Museum of Exploration- 1600 M Street NW, Washington, D.C. Se você está planejando uma viagem para Washington, vale colocar essa novidade na lista de lugares para conhecer.
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Portugal se prepara para receber uma das atrações turísticas mais ambiciosas de sua história. O país anunciou a construção do Viva Mundo, um megaparque temático inteiramente dedicado ao universo do futebol. Com inauguração prevista para 29 de abril de 2030, poucos meses antes da Copa do Mundo, o empreendimento promete reunir atrações radicais, experiências imersivas, restaurantes, hotel e espaços de entretenimento voltados para fãs do esporte mais popular do planeta. O projeto será instalado em Santarém, cidade localizada a cerca de 60 quilômetros de Lisboa. Um investimento bilionário O Viva Mundo será construído em uma área de aproximadamente 80 hectares e receberá um investimento privado de 450 milhões de euros, equivalente a mais de R$ 2,6 bilhões. O complexo será dividido em seis distritos temáticos, cada um inspirado em diferentes aspectos do futebol e do entretenimento. Segundo os responsáveis pelo projeto, as obras deverão começar no primeiro trimestre de 2027. O que terá no Viva Mundo? O parque contará com 28 atrações, incluindo opções para todas as idades. Entre os destaques previstos estão:- Experiências imersivas ligadas ao futebol- Montanhas-russas- Brinquedos aquáticos- Carrosséis- Jogos interativos- Restaurantes temáticos- Área comercial- Hotel com cerca de 300 quartos A proposta é criar um destino que una esporte, lazer e turismo em um único espaço. Santarém foi escolhida estrategicamente A cidade de Santarém fica em uma posição privilegiada entre Lisboa e Porto, com fácil acesso por rodovias e linhas ferroviárias. Além disso, sua localização facilita o deslocamento de visitantes vindos da Espanha, um dos países que também sediará a Copa do Mundo de 2030. A expectativa é que o parque gere entre 800 e 1.000 empregos diretos, impulsionando ainda mais a economia da região. Expectativa de milhões de visitantes A prefeitura estima receber aproximadamente 1 milhão de visitantes no primeiro ano de funcionamento. Nos anos seguintes, a expectativa é chegar a 1,5 milhão de visitantes anuais, transformando o Viva Mundo em uma das principais atrações turísticas de Portugal. A inauguração coincide com a Copa do Mundo de 2030 A abertura do parque não foi escolhida por acaso. O Viva Mundo deverá ser inaugurado poucos meses antes da Copa do Mundo de 2030, edição que marcará o centenário do torneio. O Mundial terá um formato histórico, sendo disputado em três continentes. As sedes principais serão:- Portugal- Espanha- Marrocos Além disso, Argentina, Uruguai e Paraguai receberão os jogos inaugurais como homenagem aos 100 anos da primeira Copa do Mundo, realizada em 1930 no Uruguai. Um novo motivo para visitar Portugal Portugal já é um dos destinos mais procurados da Europa graças às suas cidades históricas, gastronomia, praias e vinícolas. Com o Viva Mundo, o país passa a investir também no turismo de entretenimento em grande escala, oferecendo uma nova opção para famílias, fãs de futebol e visitantes de todas as idades. Se o projeto cumprir as expectativas, Santarém poderá se transformar em uma das paradas obrigatórias para quem visitar Portugal na próxima década.
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Quem pretende aproveitar o inverno em Monte Verde, um dos destinos mais procurados de Minas Gerais, precisa ficar atento a uma novidade. A partir de 1º de julho, entra em vigor a Taxa de Preservação Ambiental (TPA), que será cobrada dos veículos de visitantes que acessarem o distrito de Monte Verde, localizado em Camanducaia, no sul de Minas Gerais. Segundo a prefeitura, a medida tem como objetivo preservar o meio ambiente e melhorar a infraestrutura turística da região. Como funciona a Taxa de Preservação Ambiental? A cobrança será feita por veículo e por dia de permanência no distrito. Os valores são:- Motos: R$ 4,60 por dia- Carros de passeio: R$ 9,20 por dia- Caminhonetes e utilitários: R$ 13,80 por dia O sistema utilizará a tecnologia Free Flow, com leitura automática das placas por câmeras instaladas nos acessos ao distrito. Assim, não haverá necessidade de parar em pedágios ou postos de cobrança. Quem precisará pagar? A taxa será destinada aos veículos com placas de cidades de fora da região. Já os automóveis licenciados em:✅ Camanducaia✅ Extrema✅ Itapeva✅ Cambuí terão isenção automática. Quem também tem direito à isenção? Além dos moradores das cidades vizinhas, também ficam isentos:- Proprietários de imóveis em Monte Verde- Trabalhadores do distrito- Moradores da região que utilizam veículos com placas de outras cidades Nestes casos, será necessário realizar um cadastro prévio pelo site ou aplicativo oficial da prefeitura para garantir a isenção. Para onde irá o dinheiro arrecadado? De acordo com a Prefeitura de Camanducaia, os recursos da TPA serão destinados ao Fundo Municipal do Meio Ambiente. A divisão será feita da seguinte forma:- 35% para ampliação da coleta e gestão de resíduos sólidos.- 65% para manutenção, limpeza e conservação de praças, áreas verdes e parques do distrito. O objetivo é garantir que o crescimento do turismo aconteça de forma sustentável, preservando a natureza que tornou Monte Verde um dos destinos mais famosos do Brasil. Por que a taxa foi criada? Em publicação nas redes sociais, a prefeitura explicou que o grande número de visitantes ao longo do ano tem aumentado significativamente a pressão sobre a infraestrutura local. Segundo o município:"Todos os anos, Monte Verde recebe milhares de visitantes apaixonados pelo nosso clima e nossas belezas. Mas o alto tráfego de veículos sobrecarrega a infraestrutura e o meio ambiente. A TPA nasce para garantir que o turismo cresça de forma equilibrada e sustentável, sem destruir o que temos de mais valioso: a natureza." Vale a pena visitar Monte Verde? Mesmo com a nova taxa, Monte Verde continua sendo um dos destinos de inverno mais encantadores do Brasil. Conhecida pelo clima frio, gastronomia, hotéis charmosos e belas paisagens da Serra da Mantiqueira, a cidade atrai milhares de turistas todos os anos, especialmente entre junho e agosto. Se você pretende visitar a região, vale incluir a TPA no planejamento da viagem para evitar surpresas e contribuir para a preservação ambiental do destino.
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Uma novidade promete deixar as viagens mais práticas para os brasileiros. O Google Wallet passou a permitir o cadastro de uma versão digital do passaporte diretamente no celular. A funcionalidade foi desenvolvida para facilitar a identificação em diversas situações do dia a dia, oferecendo mais praticidade e segurança durante as viagens. Apesar da novidade, é importante destacar: o passaporte digital não substitui o documento físico em viagens internacionais. O que é o passaporte digital do Google Wallet? O recurso permite armazenar uma versão verificada do passaporte dentro do aplicativo Google Wallet, disponível para smartphones Android compatíveis. A ideia é oferecer uma forma rápida de comprovar sua identidade em algumas situações, como:- Check-in em hotéis- Entrada em estabelecimentos participantes- Identificação em eventos e serviços compatíveis- Acesso mais prático aos seus documentos durante a viagem O documento fica protegido por sistemas avançados de criptografia, garantindo mais segurança para as informações armazenadas. Como cadastrar o passaporte no Google Wallet? O processo é simples e leva apenas alguns minutos. Basta seguir estes passos:- Fotografar a página de identificação do passaporte- Aproximar o documento do celular para leitura do chip utilizando a tecnologia NFC- Fazer a validação facial solicitada pelo aplicativo- Finalizar a verificação dentro do Google Wallet Após a aprovação, a versão digital ficará disponível no aplicativo. O passaporte digital substitui o documento físico? Não. Essa é a principal informação que os viajantes precisam saber. Mesmo com o documento armazenado no celular, o passaporte físico continua sendo obrigatório para:- Embarques internacionais- Controle de imigração- Entrada e saída de outros países- Procedimentos oficiais das autoridades migratórias O recurso funciona como uma forma complementar de identificação e não como um substituto do documento original. Quem pode utilizar? A novidade está disponível para usuários de smartphones Android compatíveis com NFC e que possuam o aplicativo Google Wallet. O Google também implementou mecanismos de criptografia, autenticação biométrica e proteção de dados para aumentar a segurança das informações armazenadas. Vale a pena ativar? Sim. Embora não elimine a necessidade de carregar o passaporte físico, o recurso oferece mais praticidade para o dia a dia da viagem e reduz a necessidade de apresentar o documento original em algumas situações. É mais uma ferramenta que ajuda a organizar documentos importantes e torna a experiência do viajante ainda mais conveniente. Se você costuma viajar com frequência, vale a pena ativar a novidade e aproveitar mais essa facilidade oferecida pelo Google Wallet.
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Quem está planejando uma viagem para Orlando entre o verão e o início do outono no Hemisfério Norte ganhou uma nova oportunidade para economizar. A Disney anunciou o Disney 2-Day 2-Park Ticket, um ingresso promocional que permite visitar dois dos parques mais populares do complexo por um preço reduzido. A oferta é voltada principalmente para quem deseja uma viagem mais curta ou já conhece parte dos parques da Disney. Como funciona o Disney 2-Day 2-Park Ticket? O ingresso promocional oferece:- 2 dias de visita- Acesso ao EPCOT e ao Disney's Animal Kingdom- Preços a partir de US$ 199, mais impostos- Válido entre 3 de agosto e 3 de outubro de 2026 Um dos destaques da promoção é que não há datas bloqueadas durante o período da oferta, permitindo maior flexibilidade para quem está organizando a viagem. Além disso, não será necessário fazer reserva prévia dos parques, facilitando ainda mais o planejamento. Quais parques estão incluídos? O ingresso dá acesso a dois dos quatro parques temáticos do Walt Disney World. EPCOT Um dos parques mais completos da Disney, reúne atrações tecnológicas, experiências culturais e festivais gastronômicos ao longo do ano. Entre as atrações mais procuradas estão:- Spaceship Earth- Guardians of the Galaxy: Cosmic Rewind- World Showcase- Espetáculos noturnos Disney's Animal Kingdom Ideal para famílias e amantes da natureza, o parque combina atrações radicais com experiências ligadas à conservação ambiental. Entre os destaques estão:- DINOSAUR- Kilimanjaro Safaris- Árvore da Vida- Pandora – The World of Avatar- Expedition Everest Quais parques ficam de fora? Apesar do excelente custo-benefício, a promoção não inclui:- Magic Kingdom- Disney's Hollywood Studios Por isso, ela pode ser especialmente interessante para visitantes que já conhecem esses parques ou que desejam uma viagem mais rápida e econômica. Vale a pena comprar? Para quem pretende passar poucos dias em Orlando, a resposta é sim. O valor promocional reduz significativamente o custo por dia de visita e permite conhecer dois parques bastante completos. Além disso, a ausência de datas bloqueadas e da necessidade de reserva oferece mais liberdade para montar o roteiro. Se o seu objetivo é viver a magia da Disney sem incluir todos os parques, esta pode ser uma das melhores ofertas da temporada. Planeje sua viagem com antecedência Mesmo com o ingresso promocional, é recomendável organizar a viagem com antecedência, principalmente em relação à hospedagem, transporte e compra dos ingressos. Orlando continua sendo um dos destinos mais procurados pelos brasileiros, e promoções como essa costumam atrair muitos visitantes durante o período de validade.
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Destinos
Quem visita Amsterdã costuma montar um roteiro repleto de museus, canais e bicicletas. Mas a poucos minutos da capital holandesa existe um destino que surpreende pela arquitetura única, pelos moinhos históricos e pela atmosfera típica da Holanda. Estamos falando de Zaandam, uma cidade encantadora que combina tradição, história e modernidade, sendo um dos melhores bate-voltas para fazer durante uma viagem aos Países Baixos. Se você tem um dia livre em Amsterdã, vale muito a pena incluir esse destino no roteiro. Onde fica Zaandam? Zaandam está localizada na província da Holanda do Norte, a apenas 12 minutos de trem da Estação Central de Amsterdã. A viagem é rápida, confortável e pode ser feita diversas vezes ao longo do dia, tornando a cidade perfeita para um passeio de meio período ou de um dia inteiro. A arquitetura que parece feita de LEGO O primeiro impacto ao chegar em Zaandam é visual. O centro da cidade é famoso por seus edifícios verdes, inspirados nas tradicionais casas holandesas da região do Zaan. O grande destaque é o Inntel Hotels Amsterdam Zaandam, um hotel que parece formado por dezenas de casinhas empilhadas umas sobre as outras. O projeto se tornou um dos edifícios mais fotografados da Holanda e faz qualquer visitante parar para registrar algumas fotos. Zaanse Schans: um verdadeiro museu a céu aberto A poucos minutos do centro de Zaandam está uma das atrações mais famosas do país: Zaanse Schans. Esse vilarejo preserva a atmosfera da Holanda dos séculos XVIII e XIX, com seus tradicionais moinhos de vento funcionando até hoje. Além dos moinhos, o local reúne:- Casas históricas preservadas- Fábricas de queijo artesanal- Oficinas de tamancos de madeira- Paisagens típicas da zona rural holandesa É um dos melhores lugares para conhecer a cultura tradicional dos Países Baixos. O que fazer em Zaandam Além de visitar Zaanse Schans, reserve um tempo para explorar o centro da cidade. Entre as atrações estão:- Fotografar os edifícios coloridos- Passear pela Gedempte Gracht, principal rua comercial- Aproveitar os cafés e restaurantes à beira dos canais- Caminhar sem pressa pelas ruas tranquilas É uma cidade compacta, agradável e muito fácil de explorar a pé. Quanto tempo reservar?A maioria dos viajantes consegue conhecer Zaandam e Zaanse Schans em um único dia. Quem prefere um passeio mais tranquilo pode dedicar apenas meio período e retornar a Amsterdã no final da tarde. Vale a pena visitar? Sem dúvida. Zaandam oferece uma experiência completamente diferente da agitação de Amsterdã. É o lugar ideal para quem deseja conhecer a arquitetura típica holandesa, visitar os famosos moinhos de vento e descobrir uma das cidades mais fotogênicas da Holanda. Se você está planejando uma viagem aos Países Baixos, coloque Zaandam no roteiro. Em apenas alguns minutos de trem, é possível viver uma experiência que parece saída de um cartão-postal.
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