Washington, D.C. acaba de ganhar uma nova atração que promete entrar no roteiro dos turistas que visitam a capital dos Estados Unidos. O National Geographic Museum of Exploration, ou Museu de Exploração da National Geographic, abriu suas portas com uma proposta completamente diferente dos museus tradicionais: colocar o visitante no papel de um verdadeiro explorador. São aproximadamente 9.300 metros quadrados de espaços interativos e multimídia, onde é possível conhecer expedições ao Monte Everest, observar milhares de retratos de animais, mergulhar na história da fotografia da National Geographic e viver experiências imersivas que transportam o público para diferentes lugares do planeta. E tudo isso a poucos quarteirões da Casa Branca. Um museu de US$ 300 milhões em Washington O novo Museu de Exploração da National Geographic ocupa o espaço do antigo museu da instituição, fechado em 2023. O complexo recebeu um investimento estimado em US$ 300 milhões, cerca de R$ 1,5 bilhão, e foi criado para apresentar ao público o trabalho dos exploradores, cientistas, fotógrafos, ambientalistas e educadores apoiados pela National Geographic Society. Fundada em 1888, a instituição ficou mundialmente conhecida principalmente por sua icônica revista de bordas amarelas. Mas a história da National Geographic vai muito além das páginas da publicação. Ao longo de mais de um século, a organização apoiou milhares de exploradores e projetos científicos em diferentes partes do mundo. Uma experiência que começa antes mesmo de entrar A experiência já começa no pátio do museu. Estátuas de animais selvagens em tamanho real estão espalhadas pelo espaço. Entre elas, uma onça-pintada perseguindo uma capivara, um pinguim cuidando de seu filhote e até um abutre. Ao entrar no museu, enormes paredes curvas ganham vida com imagens de geleiras, profundezas dos oceanos e comunidades de regiões remotas do planeta. Uma grande claraboia circular permite a entrada da luz natural e ajuda a criar uma atmosfera completamente diferente dos museus tradicionais. Mais de um século de fotografias da National Geographic A fotografia sempre foi uma das marcas mais importantes da National Geographic. Por isso, o primeiro andar do museu é praticamente uma viagem pela história da fotografia documental. Os visitantes podem explorar um enorme painel digital com as capas das revistas publicadas ao longo das décadas. Também é possível acompanhar como uma reportagem da National Geographic é produzida, desde o trabalho de campo até a publicação final. A exposição In Focus reúne algumas das imagens mais marcantes da história da revista. Entre elas estão registros pioneiros da vida selvagem durante a noite e fotografias que documentaram momentos históricos ligados à conservação dos animais. Uma galeria com milhares de animais Um dos espaços mais impressionantes do museu é o Photo Ark: Animals of Earth. A experiência acontece em uma galeria imersiva de 360 graus que apresenta o trabalho do fotógrafo Joel Sartore. Seu objetivo é ambicioso: fotografar todas as espécies que vivem sob cuidados humanos ao redor do mundo. Mais de 18 mil animais já foram documentados pelo projeto. Os enormes retratos aparecem nas paredes da sala, permitindo que os visitantes observem os animais praticamente olho no olho. A proposta é criar uma conexão emocional entre o público e as espécies ameaçadas do planeta. Crianças entram em uma passagem secreta As crianças também ganharam uma área especial dentro do museu. Uma estante aparentemente comum se abre e revela uma passagem secreta para espaços de aprendizagem. Entre eles está o Geoverse, um teatro imersivo de 270 graus. As projeções transportam os visitantes para lugares como as florestas nubladas do Peru e os desertos da Austrália. A ideia é transformar ciência e exploração em uma experiência divertida para crianças e famílias. Você pode acompanhar uma expedição ao Monte Everest No andar superior, o Rolex Explorers Landing apresenta algumas das expedições mais ambiciosas apoiadas pela National Geographic. Mapas interativos permitem acompanhar rotas de pesquisadores ao redor do mundo. Entre os projetos apresentados está a expedição de 2019 que instalou uma estação meteorológica próxima ao cume do Monte Everest. Os visitantes também podem acompanhar pesquisas realizadas no Delta do Okavango, no sul da África, e expedições que buscam mapear os cursos d'água da Amazônia, dos Andes ao Oceano Atlântico. Equipamentos reais usados por exploradores O museu também reúne objetos ligados às grandes expedições. Entre eles estão binóculos utilizados pelo explorador Steve Boyes durante pesquisas no Delta do Okavango. Outro destaque é um mokoro, tradicional canoa escavada em um tronco de árvore, utilizada em milhares de quilômetros de exploração pela região africana. Também está exposta uma réplica do famoso traje JIM, equipamento de mergulho pressurizado utilizado pela oceanógrafa Sylvia Earle. No final da década de 1970, ela utilizou o traje para alcançar uma profundidade de 381 metros. O museu ganha vida depois do anoitecer Quando a noite chega, o Museu de Exploração da National Geographic reserva uma última surpresa. A fachada do prédio se transforma em uma enorme tela de projeção. Peixes parecem nadar sobre as pedras do pátio, pinguins virtuais flutuam pelo espaço e enormes baleias deslizam pela fachada do edifício. A experiência transforma completamente o ambiente e cria um espetáculo visual no coração de Washington. Vale a pena incluir no roteiro de Washington? Para quem gosta de viagens, natureza, fotografia e ciência, o novo Museu de Exploração da National Geographic promete ser uma das atrações mais interessantes de Washington. Mais do que simplesmente observar objetos em vitrines, a proposta é fazer o visitante experimentar o mundo pela perspectiva dos exploradores. É o tipo de lugar que pode agradar tanto adultos quanto crianças e que facilmente ocupa algumas horas do roteiro. - National Geographic Museum of Exploration- 1600 M Street NW, Washington, D.C. Se você está planejando uma viagem para Washington, vale colocar essa novidade na lista de lugares para conhecer.
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Portugal se prepara para receber uma das atrações turísticas mais ambiciosas de sua história. O país anunciou a construção do Viva Mundo, um megaparque temático inteiramente dedicado ao universo do futebol. Com inauguração prevista para 29 de abril de 2030, poucos meses antes da Copa do Mundo, o empreendimento promete reunir atrações radicais, experiências imersivas, restaurantes, hotel e espaços de entretenimento voltados para fãs do esporte mais popular do planeta. O projeto será instalado em Santarém, cidade localizada a cerca de 60 quilômetros de Lisboa. Um investimento bilionário O Viva Mundo será construído em uma área de aproximadamente 80 hectares e receberá um investimento privado de 450 milhões de euros, equivalente a mais de R$ 2,6 bilhões. O complexo será dividido em seis distritos temáticos, cada um inspirado em diferentes aspectos do futebol e do entretenimento. Segundo os responsáveis pelo projeto, as obras deverão começar no primeiro trimestre de 2027. O que terá no Viva Mundo? O parque contará com 28 atrações, incluindo opções para todas as idades. Entre os destaques previstos estão:- Experiências imersivas ligadas ao futebol- Montanhas-russas- Brinquedos aquáticos- Carrosséis- Jogos interativos- Restaurantes temáticos- Área comercial- Hotel com cerca de 300 quartos A proposta é criar um destino que una esporte, lazer e turismo em um único espaço. Santarém foi escolhida estrategicamente A cidade de Santarém fica em uma posição privilegiada entre Lisboa e Porto, com fácil acesso por rodovias e linhas ferroviárias. Além disso, sua localização facilita o deslocamento de visitantes vindos da Espanha, um dos países que também sediará a Copa do Mundo de 2030. A expectativa é que o parque gere entre 800 e 1.000 empregos diretos, impulsionando ainda mais a economia da região. Expectativa de milhões de visitantes A prefeitura estima receber aproximadamente 1 milhão de visitantes no primeiro ano de funcionamento. Nos anos seguintes, a expectativa é chegar a 1,5 milhão de visitantes anuais, transformando o Viva Mundo em uma das principais atrações turísticas de Portugal. A inauguração coincide com a Copa do Mundo de 2030 A abertura do parque não foi escolhida por acaso. O Viva Mundo deverá ser inaugurado poucos meses antes da Copa do Mundo de 2030, edição que marcará o centenário do torneio. O Mundial terá um formato histórico, sendo disputado em três continentes. As sedes principais serão:- Portugal- Espanha- Marrocos Além disso, Argentina, Uruguai e Paraguai receberão os jogos inaugurais como homenagem aos 100 anos da primeira Copa do Mundo, realizada em 1930 no Uruguai. Um novo motivo para visitar Portugal Portugal já é um dos destinos mais procurados da Europa graças às suas cidades históricas, gastronomia, praias e vinícolas. Com o Viva Mundo, o país passa a investir também no turismo de entretenimento em grande escala, oferecendo uma nova opção para famílias, fãs de futebol e visitantes de todas as idades. Se o projeto cumprir as expectativas, Santarém poderá se transformar em uma das paradas obrigatórias para quem visitar Portugal na próxima década.
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Quem pretende aproveitar o inverno em Monte Verde, um dos destinos mais procurados de Minas Gerais, precisa ficar atento a uma novidade. A partir de 1º de julho, entra em vigor a Taxa de Preservação Ambiental (TPA), que será cobrada dos veículos de visitantes que acessarem o distrito de Monte Verde, localizado em Camanducaia, no sul de Minas Gerais. Segundo a prefeitura, a medida tem como objetivo preservar o meio ambiente e melhorar a infraestrutura turística da região. Como funciona a Taxa de Preservação Ambiental? A cobrança será feita por veículo e por dia de permanência no distrito. Os valores são:- Motos: R$ 4,60 por dia- Carros de passeio: R$ 9,20 por dia- Caminhonetes e utilitários: R$ 13,80 por dia O sistema utilizará a tecnologia Free Flow, com leitura automática das placas por câmeras instaladas nos acessos ao distrito. Assim, não haverá necessidade de parar em pedágios ou postos de cobrança. Quem precisará pagar? A taxa será destinada aos veículos com placas de cidades de fora da região. Já os automóveis licenciados em:✅ Camanducaia✅ Extrema✅ Itapeva✅ Cambuí terão isenção automática. Quem também tem direito à isenção? Além dos moradores das cidades vizinhas, também ficam isentos:- Proprietários de imóveis em Monte Verde- Trabalhadores do distrito- Moradores da região que utilizam veículos com placas de outras cidades Nestes casos, será necessário realizar um cadastro prévio pelo site ou aplicativo oficial da prefeitura para garantir a isenção. Para onde irá o dinheiro arrecadado? De acordo com a Prefeitura de Camanducaia, os recursos da TPA serão destinados ao Fundo Municipal do Meio Ambiente. A divisão será feita da seguinte forma:- 35% para ampliação da coleta e gestão de resíduos sólidos.- 65% para manutenção, limpeza e conservação de praças, áreas verdes e parques do distrito. O objetivo é garantir que o crescimento do turismo aconteça de forma sustentável, preservando a natureza que tornou Monte Verde um dos destinos mais famosos do Brasil. Por que a taxa foi criada? Em publicação nas redes sociais, a prefeitura explicou que o grande número de visitantes ao longo do ano tem aumentado significativamente a pressão sobre a infraestrutura local. Segundo o município:"Todos os anos, Monte Verde recebe milhares de visitantes apaixonados pelo nosso clima e nossas belezas. Mas o alto tráfego de veículos sobrecarrega a infraestrutura e o meio ambiente. A TPA nasce para garantir que o turismo cresça de forma equilibrada e sustentável, sem destruir o que temos de mais valioso: a natureza." Vale a pena visitar Monte Verde? Mesmo com a nova taxa, Monte Verde continua sendo um dos destinos de inverno mais encantadores do Brasil. Conhecida pelo clima frio, gastronomia, hotéis charmosos e belas paisagens da Serra da Mantiqueira, a cidade atrai milhares de turistas todos os anos, especialmente entre junho e agosto. Se você pretende visitar a região, vale incluir a TPA no planejamento da viagem para evitar surpresas e contribuir para a preservação ambiental do destino.
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Uma novidade promete deixar as viagens mais práticas para os brasileiros. O Google Wallet passou a permitir o cadastro de uma versão digital do passaporte diretamente no celular. A funcionalidade foi desenvolvida para facilitar a identificação em diversas situações do dia a dia, oferecendo mais praticidade e segurança durante as viagens. Apesar da novidade, é importante destacar: o passaporte digital não substitui o documento físico em viagens internacionais. O que é o passaporte digital do Google Wallet? O recurso permite armazenar uma versão verificada do passaporte dentro do aplicativo Google Wallet, disponível para smartphones Android compatíveis. A ideia é oferecer uma forma rápida de comprovar sua identidade em algumas situações, como:- Check-in em hotéis- Entrada em estabelecimentos participantes- Identificação em eventos e serviços compatíveis- Acesso mais prático aos seus documentos durante a viagem O documento fica protegido por sistemas avançados de criptografia, garantindo mais segurança para as informações armazenadas. Como cadastrar o passaporte no Google Wallet? O processo é simples e leva apenas alguns minutos. Basta seguir estes passos:- Fotografar a página de identificação do passaporte- Aproximar o documento do celular para leitura do chip utilizando a tecnologia NFC- Fazer a validação facial solicitada pelo aplicativo- Finalizar a verificação dentro do Google Wallet Após a aprovação, a versão digital ficará disponível no aplicativo. O passaporte digital substitui o documento físico? Não. Essa é a principal informação que os viajantes precisam saber. Mesmo com o documento armazenado no celular, o passaporte físico continua sendo obrigatório para:- Embarques internacionais- Controle de imigração- Entrada e saída de outros países- Procedimentos oficiais das autoridades migratórias O recurso funciona como uma forma complementar de identificação e não como um substituto do documento original. Quem pode utilizar? A novidade está disponível para usuários de smartphones Android compatíveis com NFC e que possuam o aplicativo Google Wallet. O Google também implementou mecanismos de criptografia, autenticação biométrica e proteção de dados para aumentar a segurança das informações armazenadas. Vale a pena ativar? Sim. Embora não elimine a necessidade de carregar o passaporte físico, o recurso oferece mais praticidade para o dia a dia da viagem e reduz a necessidade de apresentar o documento original em algumas situações. É mais uma ferramenta que ajuda a organizar documentos importantes e torna a experiência do viajante ainda mais conveniente. Se você costuma viajar com frequência, vale a pena ativar a novidade e aproveitar mais essa facilidade oferecida pelo Google Wallet.
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