Prepare-se para números que desafiam qualquer parâmetro conhecido de adrenalina. Inaugurada em 31 de dezembro de 2025, a Falcons Flight já entrou para a história como a montanha-russa mais rápida, mais alta e mais longa do planeta. A atração atinge impressionantes 250 km/h, alcança 195 metros de altura e percorre um trajeto de 4,3 quilômetros, tudo isso em pouco mais de três minutos de duração. A novidade faz parte do recém-inaugurado Six Flags Qiddiya City, localizado a cerca de 40 minutos de Riade, capital da Arábia Saudita. O parque integra o megaprojeto Qiddiya City, um destino totalmente planejado do zero, construído ao redor das Montanhas Tuwaiq, em meio a um cenário desértico monumental. Uma experiência que usa a própria paisagem como adrenalina O grande diferencial da Falcons Flight está na forma como a atração se integra ao ambiente natural. A montanha-russa serpenteia um penhasco e inclui uma queda vertical a partir do precipício, criando uma sensação de velocidade e altura ainda mais intensa. Um dos momentos mais radicais acontece quando o carrinho é impulsionado até o topo do penhasco, com 195 metros de altura. A partir dali, os visitantes encaram uma queda de 160 metros, acelerando até os 250 km/h, antes de passar por um trecho conhecido como “camelback hill” — uma subida e descida acentuadas com pico de aproximadamente 163 metros, que garante aquela clássica sensação de gravidade zero. Para ter ideia da grandiosidade… 195 metros de altura equivalem a um prédio de cerca de 60 andares250 km/h é uma velocidade comum em carros de Fórmula 14,3 km de extensão representam aproximadamente cinco vezes o tamanho do Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo É, definitivamente, uma escala que coloca a Falcons Flight em outro patamar dentro do entretenimento mundial. Segurança e requisitos para os visitantes Segundo o Six Flags Qiddiya City, a atração possui regras claras de segurança:Altura mínima: 1,30 metroAltura máxima: 1,96 metro Os carrinhos contam ainda com para-brisas individuais em cada vagão, pensados especialmente para proteger os passageiros da areia do deserto e das altíssimas velocidades alcançadas durante o percurso. A tecnologia por trás do recorde A responsável pela Falcons Flight é a fabricante europeia Intamin, um verdadeiro peso-pesado da indústria de parques temáticos. A empresa já assinou atrações icônicas como:Kingda Ka – antiga detentora dos títulos de mais alta e mais rápida do mundoFormula Rossa – que perdeu o posto de mais rápida para a Falcons FlightVelociCoaster – no Universal Islands of Adventure, em Orlando No Brasil, a Intamin também é conhecida por atrações como a Vurang, no Hopi Hari, e a Super Gyro Tower, no Parque Unipraias. Um novo símbolo do turismo de entretenimento Com a Falcons Flight, a Arábia Saudita reforça sua aposta em se tornar um dos grandes polos globais de entretenimento e turismo de experiências extremas. Mais do que uma montanha-russa, a atração simboliza a ambição de Qiddiya City de competir diretamente com os maiores destinos de parques temáticos do mundo. Se você é fã de adrenalina, este é, sem dúvida, um nome que já entra para a lista dos sonhos de viagem.
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Viajar no fim de ano é quase um ritual para muitos brasileiros. Natal, Réveillon e férias escolares parecem a combinação perfeita para arrumar as malas. Mas a realidade, ano após ano, mostra que essa pode ser a pior época para viajar, especialmente para destinos turísticos populares no Brasil. Superlotação, preços abusivos, filas intermináveis e trânsito caótico transformam o que deveria ser descanso em estresse. E o problema não está em viajar — mas em viajar na alta temporada mais disputada do ano. Trânsito intenso e deslocamentos exaustivos Quem decide pegar a estrada no fim de ano precisa ter paciência. Rodovias de acesso ao litoral e a cidades turísticas entram em colapso, com congestionamentos que podem durar horas — ou até dias, na volta para casa. Regiões muito procuradas, como o litoral paulista, a Região dos Lagos (RJ) e o sul do país, costumam registrar fluxo recorde de veículos, o que aumenta o risco de acidentes, atrasos e desgaste físico logo no início da viagem. O que deveria ser um trajeto tranquilo vira parte do problema. Aeroportos cheios, filas e atrasos A situação não é diferente nos aeroportos. No fim de ano, terminais operam no limite, com:filas longas para check-in e embarque;voos lotados;maior risco de atrasos e remarcações;menos flexibilidade para resolver imprevistos. Com tanta gente viajando ao mesmo tempo, qualquer falha gera um efeito dominó — e o passageiro acaba pagando a conta com horas perdidas. Destinos superlotados perdem o charmePraias paradisíacas e centros históricos encantadores simplesmente mudam de cara no fim de ano. Destinos como Rio de Janeiro, Florianópolis, Porto de Galinhas e Búzios enfrentam:excesso de turistas;praias lotadas desde cedo;dificuldade para estacionar;restaurantes e passeios com filas;serviços sobrecarregados. O resultado? Menos conforto, menos experiência e mais frustração. Tudo fica mais caro — e nem sempre melhor Alta demanda significa preços nas alturas. No fim de ano:diárias de hotéis e pousadas disparam;passagens aéreas ficam mais caras;restaurantes e serviços turísticos reajustam valores;promoções praticamente desaparecem. Em muitos casos, o viajante paga mais para receber menos — menos atenção, menos tranquilidade e menos qualidade. Quando o turismo vira conflito Outro problema recorrente da alta temporada é o aumento de conflitos entre turistas e comerciantes, motivados por:preços sem aviso prévio;cobranças abusivas;serviços improvisados;falta de fiscalização. Essas situações geram desgaste, reclamações e até episódios de agressão, prejudicando a imagem do destino e a experiência de quem visita. Então, qual é a melhor alternativa? Viajar fora do período mais concorrido pode ser muito mais vantajoso. Meses como março, abril, maio, agosto e setembro oferecem:preços mais baixos;destinos mais vazios;atendimento melhor;clima ainda favorável em muitas regiões;experiências mais autênticas. Viajar bem não é só escolher o destino, mas também o momento certo. Dica final Se a ideia é descansar, explorar e aproveitar de verdade, talvez o melhor presente de fim de ano seja planejar a viagem para outra época. Seu bolso, seu tempo e sua saúde mental agradecem.
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Um dos destinos turísticos mais famosos do Nordeste brasileiro, Porto de Galinhas, em Pernambuco, enfrenta um momento delicado. Nos últimos dias, o paraíso conhecido por suas piscinas naturais e águas cristalinas passou a ser associado a denúncias de cobranças abusivas, desorganização na orla e conflitos entre comerciantes e visitantes. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram discussões acaloradas e até agressões físicas na faixa de areia, cenas que contrastam fortemente com a imagem acolhedora que fez do destino um dos mais procurados do país — especialmente durante a alta temporada. Preços abusivos e falta de transparência Relatos de turistas apontam para valores considerados excessivos em barracas de praia, tanto para alimentos quanto para serviços. Em muitos casos, os preços não são informados previamente e só aparecem no momento da cobrança, gerando constrangimento, revolta e conflitos. Essa prática fere diretamente o Código de Defesa do Consumidor, que exige clareza na divulgação de preços e proíbe cobranças abusivas ou a imposição de consumação mínima sem aviso prévio. Abordagens insistentes e ocupação desordenada Além das cobranças, visitantes também reclamam de abordagens insistentes, disputa por clientes, excesso de mesas e cadeiras na areia e ausência de padronização das barracas. O resultado é um ambiente de tensão que compromete a experiência turística e gera sensação de insegurança. As imagens recentes divulgadas online indicam que o problema ultrapassou o limite do desconforto e passou a afetar diretamente a ordem pública na orla. Onde está a fiscalização? Diante do cenário, cresce o questionamento sobre a atuação do poder público. A responsabilidade envolve órgãos como a Prefeitura de Ipojuca, o Procon e a Guarda Municipal, que deveriam atuar de forma contínua na organização da praia, proteção do consumidor e garantia da segurança. No entanto, a percepção de moradores e turistas é de falta de fiscalização efetiva, especialmente em períodos de grande fluxo de visitantes, quando os problemas se intensificam. Impactos no turismo e na economia local Especialistas alertam que a ausência de controle pode afastar turistas, prejudicar a reputação do destino e gerar impactos negativos na economia local, que depende fortemente do turismo. O risco é que Porto de Galinhas passe a ser lembrada não apenas por suas belezas naturais, mas também por conflitos, desorganização e experiências negativas. Turistas e moradores cobram providências urgentes: preços visíveis, regras claras, organização da orla e mais segurança. Medidas essenciais para que Porto de Galinhas volte a ocupar o lugar que sempre teve no imaginário dos viajantes — o de um dos destinos mais encantadores do Brasil.
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Gramado, um dos destinos mais visitados do Brasil, prepara-se para dar um novo salto no turismo nacional e internacional. A cidade da Serra Gaúcha vai receber o Sirena Gramado, um complexo turístico de R$ 1 bilhão que promete unir hotelaria de alto padrão, entretenimento, gastronomia e contato intenso com a natureza. O empreendimento será construído em uma área de 205 hectares, localizada entre o centro de Gramado e o Parque do Caracol, e terá como um de seus grandes destaques a maior pista de esqui outdoor da América Latina, com cerca de 1 quilômetro de extensão. Resort Club Med e conceito integrado de lazer A operação hoteleira ficará a cargo do Club Med, referência mundial em resorts all inclusive e que já possui três unidades em funcionamento no Brasil. O Siren Além da pista de esqui com tecnologia sem neve, o complexo contará com cinco simuladores de esqui, voltados tanto para iniciantes quanto para atletas experientes. Estão previstos ainda parque de arvorismo, trilhas, jardim botânico e orquidário, reforçando a proposta de integração com o ambiente natural da região. Gastronomia, bem-estar e eventos O projeto também reserva espaço para um robusto conjunto gastronômico, que incluirá restaurantes temáticos, chocolateria artesanal, fábrica de sorvetes e uma adega dedicada a vinhos locais. Já o eixo de bem-estar contará com spa, piscina coberta e sala de ioga. Outro diferencial é a área destinada à construção de hospital, além de centro de convenções e espaços voltados para casamentos e grandes eventos, ampliando o potencial de Gramado no turismo corporativo e de celebrações. Construção em fases e previsão de abertura Resultado da parceria entre a DC Set Group e o Club Med, o Sirena Gramado será implantado em fases. Atualmente, o terreno passa por obras de terraplanagem, com início das construções previsto para o começo de 2026. A primeira fase deve ser entregue em junho de 2027, marcando a abertura oficial do resort. Segundo os realizadores, o projeto inaugura na região o conceito de “Cidade Natureza”, em que o relevo, os bosques e os cursos d’água orientam a implantação das construções, garantindo harmonia entre arquitetura e meio ambiente. Impacto econômico e fortalecimento do destino A expectativa é que o novo complexo gere empregos, amplie a arrecadação de impostos e fortaleça ainda mais o turismo local. De acordo com Dody Sirena, sócio-fundador da DC Set Group, um dos principais objetivos do empreendimento é internacionalizar Gramado, posicionando a cidade em um novo patamar no cenário turístico. O grupo já atua na Serra Gaúcha com o Space Adventure, em Canela — atração que reúne objetos aeroespaciais da NASA e que, após estrear em 2023, ganhou uma segunda unidade em Balneário Camboriú (SC). Gramado segue em alta no turismo brasileiro Tradicionalmente conhecida pelo Natal Luz, maior evento natalino do Brasil, Gramado deve receber cerca de 2,8 milhões de turistas ao longo do período da festa neste ano. A cidade também ganhou recentemente o Castelo de Gelo, anunciado como o maior bar de gelo do mundo inspirado em A Bela e a Fera. Além disso, Gramado ficou entre os cinco destinos nacionais mais desejados pelos brasileiros em 2025, segundo pesquisa do Ministério do Turismo em parceria com a Nexus, reforçando sua posição como um dos principais polos turísticos do país.
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