Termas dos Laranjais, em Olímpia (SP), recebeu 1,95 milhão de visitantes em 2025 e conquistou posição de destaque no ranking mundial. Outros dois parques brasileiros também aparecem entre os 20 maiores do planeta. O Brasil ganhou ainda mais destaque no cenário internacional do turismo de lazer. Em 2025, o parque aquático Termas dos Laranjais, localizado em Olímpia, no interior de São Paulo, recebeu 1,95 milhão de visitantes e alcançou a terceira posição entre os parques aquáticos mais visitados do mundo, empatando com o Therme Erding, da Alemanha. O resultado chama a atenção por colocar uma atração brasileira à frente de diversos complexos internacionais, incluindo os dois parques aquáticos da Disney que aparecem no ranking mundial. Olímpia no mapa mundial dos parques aquáticos Conhecida como um dos principais destinos brasileiros para viagens em família, Olímpia vem consolidando sua reputação no turismo de lazer. O desempenho do Termas dos Laranjais reforça a importância da cidade paulista no setor e demonstra a força dos parques aquáticos brasileiros na atração de visitantes. O complexo é conhecido por suas piscinas de águas quentes, toboáguas e diversas atrações voltadas para diferentes faixas etárias. Sua estrutura faz parte dos principais atrativos turísticos da região, que recebe visitantes de várias partes do Brasil ao longo do ano. A marca de 1,95 milhão de visitas em um único ano coloca o parque em evidência no mercado internacional e mostra que o Brasil tem atrações capazes de competir com destinos tradicionais do turismo de entretenimento. Brasil tem outros dois parques entre os maiores do mundo O destaque brasileiro não se limita ao Termas dos Laranjais. Outros dois empreendimentos nacionais também figuram entre os 20 parques aquáticos mais visitados do planeta:Hot Park, em Rio Quente, Goiás, conhecido por suas águas naturalmente quentes e atrações integradas à natureza.Hot Beach, também localizado em Olímpia, São Paulo, que amplia a oferta de lazer e entretenimento da cidade. A presença dos três empreendimentos no ranking evidencia a relevância do mercado brasileiro de parques aquáticos e a capacidade dessas atrações de movimentar o turismo regional. Um destino para colocar no roteiro Para quem gosta de viagens que combinam diversão, descanso e atividades para toda a família, Olímpia merece atenção. Além do Termas dos Laranjais e do Hot Beach, a cidade conta com uma rede de hospedagem, restaurantes e serviços turísticos que ajudam a compor uma viagem completa. O resultado de 2025 também reforça o potencial do turismo nacional: não é preciso viajar para os Estados Unidos ou para a Europa para encontrar parques aquáticos de grande porte e reconhecimento internacional. E você, já visitou algum desses parques brasileiros? Com atrações que conquistam milhões de visitantes, o Brasil mostra que também é um destino de peso quando o assunto é diversão aquática.
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Tragédia aconteceu em Atlanta, nos Estados Unidos, e testemunhas relataram a queda de um visitante da montanha-russa Goliath. Empresa suspendeu temporariamente atrações semelhantes em outros parques. Uma tragédia marcou a segunda-feira, 12 de outubro de 2026, no parque de diversões Six Flags Over Georgia, localizado nos arredores de Atlanta, nos Estados Unidos. Uma pessoa morreu e várias outras ficaram feridas após um incidente envolvendo uma montanha-russa. Testemunhas relataram ter visto um homem cair da atração Goliath, embora as autoridades ainda não tenham esclarecido oficialmente todos os detalhes do ocorrido. O caso está sendo investigado pela Unidade de Crimes Graves da Polícia do Condado de Cobb. Enquanto isso, a rede Six Flags anunciou o fechamento temporário de atrações semelhantes em outros parques norte-americanos, como medida de precaução. O que aconteceu na montanha-russa Goliath? O incidente aconteceu pouco antes das 16h, no horário local. Segundo informações divulgadas por autoridades, uma pessoa morreu e outros visitantes ficaram feridos. Até o momento, não foram esclarecidas oficialmente as circunstâncias da queda nem a relação exata entre os ferimentos registrados e o acidente. Testemunhas ouvidas pela emissora WXIA, afiliada da NBC em Atlanta, afirmaram ter visto um homem sair de seu assento durante o percurso da Goliath e atingir partes da própria estrutura da montanha-russa antes de chegar ao chão. Logan Conner, que estava na atração com seu noivo, relatou ter visto o homem perder contato com o assento. Segundo seu depoimento, os dois chegaram a trocar olhares durante o episódio. As imagens registradas no parque mostraram passageiros sendo retirados da montanha-russa depois que o brinquedo parou durante o percurso. Alguns visitantes precisaram ser evacuados por uma escada de emergência instalada na estrutura. É importante ressaltar que os relatos das testemunhas ainda não substituem as conclusões da investigação oficial. A causa do acidente e as circunstâncias que levaram à queda permanecem sob apuração. Como é a Goliath, uma das atrações mais impressionantes do parque? Inaugurada em 2006, a Goliath foi projetada e construída pela empresa suíça Bolliger & Mabillard, conhecida mundialmente pelo desenvolvimento de montanhas-russas de grande porte. A atração tem uma queda de aproximadamente 60 metros, equivalente a mais de 200 pés, e integra a categoria conhecida como hyper coaster, classificação geralmente associada a montanhas-russas com grande altura e quedas intensas. A Goliath é uma das atrações de destaque do Six Flags Over Georgia justamente pela combinação de altura, velocidade e sensação de exposição durante o percurso. Nossa experiência em Atlanta Estivemos em Atlanta em 2019 e, claro, visitar os parques de diversões foi um dos nossos passeios favoritos. Na ocasião, fomos ao Six Flags Over Georgia e conhecemos a Goliath. Quem gosta de parques sabe que parte da emoção dessas atrações está justamente na sensação de estar tão próximo do percurso, da altura e da velocidade. Na Goliath, essa impressão é especialmente marcante: a dimensão da estrutura e a intensidade da experiência tornam tudo muito próximo e, ao mesmo tempo, assustador. É aquele tipo de brinquedo que provoca uma mistura de adrenalina, entusiasmo e frio na barriga. Mesmo para quem gosta de montanhas-russas, a experiência impressiona pela escala da atração e pela sensação de estar completamente exposto à altura. Por isso, receber uma notícia como essa causa um impacto ainda maior quando já estivemos naquele lugar e conhecemos, mesmo que como visitantes, a dimensão da experiência. Nosso relato, naturalmente, é sobre a visita de 2019, muito anterior ao acidente. Não temos informações que permitam relacionar nossa experiência à ocorrência atual ou tirar conclusões sobre suas causas. Six Flags fecha atrações semelhantes em outros parques Após o acidente, a Six Flags informou que decidiu suspender temporariamente o funcionamento de montanhas-russas semelhantes em outras unidades da América do Norte, por precaução. Entre as atrações mencionadas nos comunicados e nas reportagens sobre o caso estão:Raging Bull, no Six Flags Great America;Goliath, no Six Flags Magic Mountain;Nitro, no Six Flags Great Adventure;Leviathan e Behemoth, no Canada's Wonderland;Fury 325 e Thunder Striker, no Carowinds;Orion e Diamondback, no Kings Island. A medida preventiva não significa, por si só, que essas atrações apresentem o mesmo problema ou que tenham sido identificadas falhas em todas elas. O fechamento temporário busca permitir cautela enquanto as circunstâncias do acidente são investigadas. A empresa declarou estar profundamente entristecida com o ocorrido e apresentou condolências à família, aos amigos e às pessoas próximas da vítima. Também informou que está oferecendo apoio aos visitantes e funcionários afetados pelo episódio. Até o momento das primeiras notícias, não havia sido divulgado um prazo definitivo para a retomada das atrações suspensas. O caso reacende o debate sobre segurança em parques de diversões O acidente acontece em um momento em que a Six Flags também enfrenta questionamentos relacionados à segurança de outras atrações. Em setembro, a empresa foi alvo de processos judiciais envolvendo a montanha-russa X2, do Six Flags Magic Mountain, na Califórnia. Autores das ações alegaram ter sofrido lesões cerebrais após utilizar o brinquedo, conhecido por seus assentos giratórios e movimentos intensos. A X2 estava fechada desde 12 de julho. Em comunicado divulgado em setembro, a administração do parque afirmou que a decisão de desativar a atração era a medida adequada diante da perda de confiança dos visitantes na segurança do brinquedo. Essas ações judiciais constituem um caso separado e não comprovam qualquer relação com o acidente ocorrido na Geórgia. Ainda assim, os episódios reforçam a importância da manutenção dos equipamentos, da fiscalização e da investigação rigorosa sempre que acontece uma ocorrência grave. A investigação continua A Polícia do Condado de Cobb segue investigando o caso para esclarecer o que aconteceu na Goliath. Até que os resultados sejam divulgados, não é possível afirmar o que provocou a queda nem se houve falha mecânica, problema no sistema de retenção ou qualquer outra circunstância específica. O episódio deixa uma comunidade de visitantes e funcionários abalada e levanta questionamentos sobre uma atividade que, para milhões de pessoas, representa diversão, adrenalina e momentos especiais durante as férias. Para nós, que estivemos no Six Flags Over Georgia em 2019 e experimentamos a emoção da Goliath, a notícia tem um significado particularmente triste. Esperamos que a investigação esclareça as circunstâncias do acidente e que a família da vítima encontre amparo neste momento difícil.
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A famosa rede americana de hambúrgueres está a caminho do Brasil Os fãs de hambúrgueres terão mais uma novidade para colocar na lista de lugares para conhecer. A Shake Shack, uma das redes americanas mais conhecidas de fast-food premium, anunciou sua chegada ao Brasil, com a previsão de inaugurar sua primeira unidade no país no primeiro semestre de 2027, em São Paulo. A operação brasileira será realizada em parceria com a BOLD, holding responsável por marcas como Outback, Abbraccio e Aussie. A empresa será a master-franqueada da Shake Shack no país e ficará responsável pelos investimentos, implantação e administração dos restaurantes. E a chegada não deve parar na primeira unidade. Meta de pelo menos 40 restaurantes O acordo prevê a abertura de ao menos 40 restaurantes da Shake Shack no Brasil até 2036. A expectativa da BOLD, no entanto, é ainda mais ambiciosa. Segundo a empresa, o potencial da marca no mercado brasileiro pode ser muito maior, chegando a centenas de restaurantes nos próximos anos, caso a operação alcance os resultados esperados. A escolha de São Paulo para receber a primeira unidade não é uma surpresa. A cidade concentra um dos maiores mercados consumidores do país e também é conhecida pela forte presença de redes internacionais e pelo público interessado em novas experiências gastronômicas. Shake Shack vai disputar o mercado de hambúrguer premium A entrada da marca acontece em um segmento que já conta com concorrentes brasileiros bastante conhecidos.A Shake Shack chega para disputar espaço principalmente com redes como Madero e Cabana Burger, que também trabalham com uma proposta de hambúrgueres de maior qualidade e uma experiência que vai além do tradicional fast-food.Criada em Nova York, a Shake Shack ficou conhecida pelos seus hambúrgueres, batatas fritas e milk-shakes, além de uma identidade visual bastante característica.A marca também ganhou fama internacional entre turistas que visitam cidades como Nova York e Londres e acabam incluindo uma parada em uma de suas unidades no roteiro. Uma marca que já é conhecida pelos brasileirosUm dos fatores que chamou a atenção da BOLD foi justamente o reconhecimento da Shake Shack no Brasil. Uma pesquisa realizada com 4 mil consumidores brasileiros apontou um alto nível de conhecimento da marca, mesmo antes de sua chegada oficial ao país. Isso pode ser explicado, em parte, pela presença internacional da rede e pela popularidade de seus restaurantes entre brasileiros que viajam para os Estados Unidos e outros destinos onde a Shake Shack já está presente. Ou seja: a empresa chega ao Brasil sem precisar necessariamente construir sua marca do zero. Estratégia de expansão da BOLD A parceria também faz parte da estratégia da BOLD de trabalhar com diferentes marcas dentro de seu portfólio, formando uma espécie de "house of brands". Além da chegada da Shake Shack, a holding administra operações de marcas já conhecidas no mercado brasileiro, como Outback, Abbraccio e Aussie. A companhia prevê faturamento de R$ 3,5 bilhões em 2026, impulsionado pelo crescimento de suas diferentes operações. Quando poderemos experimentar a Shake Shack no Brasil? A previsão atual é que a primeira unidade brasileira seja inaugurada em São Paulo no primeiro semestre de 2027. Ainda não foram divulgados todos os detalhes sobre o endereço da primeira loja ou o cardápio específico que será oferecido no Brasil. A chegada, porém, já cria expectativa entre os fãs da rede, especialmente aqueles que conheceram a Shake Shack durante viagens internacionais. E se a expansão seguir o planejamento anunciado, o hambúrguer que hoje muitos brasileiros só conseguem experimentar durante uma viagem ao exterior poderá se tornar uma opção cada vez mais comum nas cidades brasileiras. Agora resta esperar até 2027 para descobrir se a fama internacional da Shake Shack vai conquistar de vez o paladar brasileiro.
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Washington, D.C. acaba de ganhar uma nova atração que promete entrar no roteiro dos turistas que visitam a capital dos Estados Unidos. O National Geographic Museum of Exploration, ou Museu de Exploração da National Geographic, abriu suas portas com uma proposta completamente diferente dos museus tradicionais: colocar o visitante no papel de um verdadeiro explorador. São aproximadamente 9.300 metros quadrados de espaços interativos e multimídia, onde é possível conhecer expedições ao Monte Everest, observar milhares de retratos de animais, mergulhar na história da fotografia da National Geographic e viver experiências imersivas que transportam o público para diferentes lugares do planeta. E tudo isso a poucos quarteirões da Casa Branca. Um museu de US$ 300 milhões em Washington O novo Museu de Exploração da National Geographic ocupa o espaço do antigo museu da instituição, fechado em 2023. O complexo recebeu um investimento estimado em US$ 300 milhões, cerca de R$ 1,5 bilhão, e foi criado para apresentar ao público o trabalho dos exploradores, cientistas, fotógrafos, ambientalistas e educadores apoiados pela National Geographic Society. Fundada em 1888, a instituição ficou mundialmente conhecida principalmente por sua icônica revista de bordas amarelas. Mas a história da National Geographic vai muito além das páginas da publicação. Ao longo de mais de um século, a organização apoiou milhares de exploradores e projetos científicos em diferentes partes do mundo. Uma experiência que começa antes mesmo de entrar A experiência já começa no pátio do museu. Estátuas de animais selvagens em tamanho real estão espalhadas pelo espaço. Entre elas, uma onça-pintada perseguindo uma capivara, um pinguim cuidando de seu filhote e até um abutre. Ao entrar no museu, enormes paredes curvas ganham vida com imagens de geleiras, profundezas dos oceanos e comunidades de regiões remotas do planeta. Uma grande claraboia circular permite a entrada da luz natural e ajuda a criar uma atmosfera completamente diferente dos museus tradicionais. Mais de um século de fotografias da National Geographic A fotografia sempre foi uma das marcas mais importantes da National Geographic. Por isso, o primeiro andar do museu é praticamente uma viagem pela história da fotografia documental. Os visitantes podem explorar um enorme painel digital com as capas das revistas publicadas ao longo das décadas. Também é possível acompanhar como uma reportagem da National Geographic é produzida, desde o trabalho de campo até a publicação final. A exposição In Focus reúne algumas das imagens mais marcantes da história da revista. Entre elas estão registros pioneiros da vida selvagem durante a noite e fotografias que documentaram momentos históricos ligados à conservação dos animais. Uma galeria com milhares de animais Um dos espaços mais impressionantes do museu é o Photo Ark: Animals of Earth. A experiência acontece em uma galeria imersiva de 360 graus que apresenta o trabalho do fotógrafo Joel Sartore. Seu objetivo é ambicioso: fotografar todas as espécies que vivem sob cuidados humanos ao redor do mundo. Mais de 18 mil animais já foram documentados pelo projeto. Os enormes retratos aparecem nas paredes da sala, permitindo que os visitantes observem os animais praticamente olho no olho. A proposta é criar uma conexão emocional entre o público e as espécies ameaçadas do planeta. Crianças entram em uma passagem secreta As crianças também ganharam uma área especial dentro do museu. Uma estante aparentemente comum se abre e revela uma passagem secreta para espaços de aprendizagem. Entre eles está o Geoverse, um teatro imersivo de 270 graus. As projeções transportam os visitantes para lugares como as florestas nubladas do Peru e os desertos da Austrália. A ideia é transformar ciência e exploração em uma experiência divertida para crianças e famílias. Você pode acompanhar uma expedição ao Monte Everest No andar superior, o Rolex Explorers Landing apresenta algumas das expedições mais ambiciosas apoiadas pela National Geographic. Mapas interativos permitem acompanhar rotas de pesquisadores ao redor do mundo. Entre os projetos apresentados está a expedição de 2019 que instalou uma estação meteorológica próxima ao cume do Monte Everest. Os visitantes também podem acompanhar pesquisas realizadas no Delta do Okavango, no sul da África, e expedições que buscam mapear os cursos d'água da Amazônia, dos Andes ao Oceano Atlântico. Equipamentos reais usados por exploradores O museu também reúne objetos ligados às grandes expedições. Entre eles estão binóculos utilizados pelo explorador Steve Boyes durante pesquisas no Delta do Okavango. Outro destaque é um mokoro, tradicional canoa escavada em um tronco de árvore, utilizada em milhares de quilômetros de exploração pela região africana. Também está exposta uma réplica do famoso traje JIM, equipamento de mergulho pressurizado utilizado pela oceanógrafa Sylvia Earle. No final da década de 1970, ela utilizou o traje para alcançar uma profundidade de 381 metros. O museu ganha vida depois do anoitecer Quando a noite chega, o Museu de Exploração da National Geographic reserva uma última surpresa. A fachada do prédio se transforma em uma enorme tela de projeção. Peixes parecem nadar sobre as pedras do pátio, pinguins virtuais flutuam pelo espaço e enormes baleias deslizam pela fachada do edifício. A experiência transforma completamente o ambiente e cria um espetáculo visual no coração de Washington. Vale a pena incluir no roteiro de Washington? Para quem gosta de viagens, natureza, fotografia e ciência, o novo Museu de Exploração da National Geographic promete ser uma das atrações mais interessantes de Washington. Mais do que simplesmente observar objetos em vitrines, a proposta é fazer o visitante experimentar o mundo pela perspectiva dos exploradores. É o tipo de lugar que pode agradar tanto adultos quanto crianças e que facilmente ocupa algumas horas do roteiro. - National Geographic Museum of Exploration- 1600 M Street NW, Washington, D.C. Se você está planejando uma viagem para Washington, vale colocar essa novidade na lista de lugares para conhecer.
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